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25 coisas para fazer antes dos 25 anos. Ou 26, 27, 28…

Hoje é o aniversário do Economistinha mais querido de vocês: EU.

Haha e no dia que eu completo 26 primaveras (ou outonos, dado que estou no hemisfério norte), gostaria de compartilhar essa divertida lista, primeiro publicada no Thought Catalog.

Se você não completou-a antes dos 25, não tem problema. Vá em frente, saia da sua zona de conforto, desafie-se! Divirta-se!

A vida é curta demais para não curti-la como você bem quiser. Perca menos tempo pensando no que os outros vão pensar, e faça o que tiver vontade.

Ah, e mensagens queridas de feliz aniversário nos comentários são muito benvindas!

O mais importante: DIVIRTA-SE!

1. Faça as pazes com os seus pais. Seja por, finalmente, reconhecer que eles realmente querem o melhor para você ou por perdoá-los por serem imperfeitos, você não pode entrar feliz na vida adulta com essa marca de ressentimento familiar.

2. Beije alguém que seja ‘muita areia para o seu caminhãozinho’. Beije modelos, estudantes de medicina e empreendedores que moram em Dubai, e não se preocupe se eles(a) vão te ligar depois ou não.

3. Minimize a sua passividade.

4. Seja subordinado ou faça um bico, para começar a entender como gorjetas funcionam, como manter a paciência perto de babacas e como algumas palavras amáveis podem mudar o dia de alguém.

5. Reconheça liberdade como uma passada num fast food às 5h30 da madrugada com um bando de estranhos que você acabou de conhecer.

6. Tente não se martirizar por possuir um diploma ‘inútil’. Dinheiro é um terror e as coisas não aconteceram exatamente como você planejou, mas você tinha mesmo que fazer faculdade… E ter um diploma não é a pior coisa do mundo. Nós vamos resolver essa confusão, provavelmente. O ponto é que você não merece menos só porque ir à faculdade não trouxe um retorno imediato. Seja paciente, trabalhe com o que você tem e lembre-se que muitos de nós estamos nessa juntos.

7. Se você está em qualquer emprego que seja, abra uma poupança. Você nunca sabe quando estará desempregado ou  desesperado para fugir da sua vida por uns dias. Mesmo R$20 por semana já fazem R$1040 a mais por ano do que você teria de outro jeito.

8. Adquira o hábito de ir lá fora, aproveitar a luz, cultivar seus amigos, esquecer a internet.

9. Fique curtindo – e alimentando – uma ressaca por 4 dias seguidos.

10. Comece um relacionamento com o(a) sua paixão platônica dizendo que o(a) quer. Diretamente. Tipo, olhando em seu rosto e dizendo assim: Eu quero você. Eu quero ficar com você.

11. Aprenda a dizer não – para você mesmo. Não continue usando salto alto se você odeia, não continue fumando se você odeia o seu cheiro no dia seguinte, pare de passar dias inteiros afundado no sofá para depois reclamar que está perdendo o Sol.

12. Tire um tempo para revisitar os lugares que construíram quem você é: o apartamento em você cresceu, sua escola, sua cidade natal. Esses lugares até podem ficar lá para sempre, mas você definitivamente não.

13. Encontre um hobby que te faça esperar pelo momento de ficar sozinho, que deixe essa solidão momentânea agradável e energizadora.

14. Pense que você se conhece até conhecer alguém mais do que você.

15. Esqueça quem você é, suas prioridades e como uma pessoa deveria ser.

16. Identifique os seus medos e, ao invés de deixar que eles controlem as suas ações, encontre e converse com pessoas que já os superaram. Não se contente sem experimentar 000002% do que o mundo tem para oferecer porque você tem medo de viajar de avião.

17. Adquira o hábito de organizar as coisas e desapegar. Só porque funcionaram em algum momento não significa que você deve mantê-las para sempre – sejam essas ‘coisas’ o seu par de calças favorito ou o seu ex.

18. Pare de se odiar.

19. Saia e assista àquele filme, leia aquele livro ou ouça aquela banda que você já mentiu sobre ter assistido, lido, ouvido.

20. Tire vantagem do seguro de saúde enquanto você ainda é saudável.

21. Crie o hábito de falar às pessoas como você se sente, seja escrevendo um e-mail de fã para alguém cujo trabalho você ame ou falando ao seu chefe por que você merece um aumento.

22. Namore alguém que diga “Eu te amo” primeiro.

23. Deixe o país com a desculpa de “se encontrar”. Isso não funcionará. Lugares não mudam pessoas. Invés disso, beba bastante sozinho, leia vários livros, faça sexo em albergues sujos e volte para casa quando a saudade bater.

24. Revolucione e compre um Macbook Pro. Ou um Samsung Ultra. Não importa. Compre alguma coisa que você queira muito.

25. Largue aquele emprego que te deixa infeliz, termine relacionamentos que te façam agir como um lunático, abandone os amigos que ininterruptamente te dão vontade de vomitar. Você é novo, resiliente, há outros trabalhos, relacionamentos e amigos se você estiver aberto a eles.

26. E fique à vontade. Adicione quantos pontos quiser a essa lista. Afinal, a vida é sua. Crie metas, e alcance-as!

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Muito sucesso pela frente!

Neste mês de março, o Economistinha completou um ano de vida! Êêêê parabéns para nós!

Foram 200 posts e 30.000 acessos ao longo desses doze meses, oriundos de mais de 70 países do globo.

Nem todos os dias foram fáceis. Houve momentos em que precisamos nos reinventar, nos desculpar, mas sempre buscando levar algum conhecimento sobre economia e política para todos vocês da forma mais acessível possível.

O Economistinha nasceu buscando descomplicar conceitos que até então pareciam distantes da população em geral, e conseguimos mostrar que a economia e a política estão até onde você nem imagina. Nossas dicas de finanças pessoais já ajudaram milhares de pessoas a repensar seus gastos e a organizar seu orçamento. Dicas de moda (!) deram uma luz para o que vestir em uma entrevista de emprego a mais de três mil pessoas. E tantos outros posts ajudaram no dia-a-dia de nossos leitores.

 

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O mundo que lê o Economistinha

 

Por tudo isso, o Economistinha existe. Por tudo isso, eu tenho muito orgulho de escrever para vocês.

A partir deste fim de semana, eu entro em uma fase nova da minha vida, e espero que vocês me acompanhem nessa jornada. Espero que todas as minhas experiências ajudem vocês a cada dia. Obrigado, e que venham muitos mais anos de blog!

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Um brinde a Curitiba, 320 anos!

ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ! Feliz aniversário, Curitiba! Nesta sexta-feira, a capital do Paraná completa 320 anos desde sua elevação à categoria de vila, em 1693, após a fundação inicial pelos bandeirantes à procura de ouro, desde 1668 por estas bandas. Mas não só de história Curitiba vive, e precisa de algumas recauchutagens se quiser sobreviver às próximas décadas.

Vamos olhar para o futuro, Curitiba?

PONTOS FORTES

1) População

Curitiba possui uma riqueza étnica sem igual. A maior cidade do Sul do Brasil foi intensamente povoada por imigrantes europeus (principalmente alemães, italianos, poloneses e ucranianos) e japoneses, mas também recebeu fortes fluxos migratórios de outras regiões do país ao longo do séc. XX, o que garante uma salada cultural bastante interessante.

O curitibano pode ser considerado extremamente frio e distante, além de um pouco egoísta, mas sem dúvida é extremamente criterioso. Diversas marcas escolhem a cidade para testar seus novos produtos e marcas por saber que, se ele cair no gosto do curitibano, dificilmente não fará sucesso no país inteiro.

Curitibano pode ser um pouco egocêntrico e até mesmo arrogante, mas tem o coração muito bom. Quando um dos seus (amigos ou familiares) estão em situação de dificuldade, ele será o primeiro a estender a mão.

Curitibano é trabalhador, esforçado, dedicado. Não é a toa que tantas empresas e indústrias dos mais diversos setores estão em Curitiba e arredores.

2) Clima

É latente: quanto mais temperado o clima, melhor para se viver. O tempo quente demais derruba a produtividade de qualquer um, e Curitiba é a capital mais fria do Brasil. Mas isso não quer dizer que seja tão gelada assim: as temperaturas médias de julho, o mês mais gelado, vão de 8 a 19°C.

Apesar da influência de massas de ar, que podem gerar friagens em pleno verão ou veranicos no inverno, Curitiba é a capital que tem algo mais próximo de quatro estações do ano. Nesta semana, aliás, tivemos típicos dias de outono, frios pela manhã e quentes ao meio-dia.

3) Qualidade de vida

A feira do largo da ordem, já tradicional, é um evento dominical extremamente democrático

Curitiba é uma das cidades menos desiguais do Brasil. Isso se traduz em maior qualidade de vida, com índices de violência mais baixos que a média nacional e eventos que juntam gente de todas as tribos e origens, como a feira do largo da ordem.

Curitiba também possui quase 40 parques, praças ou bosques, possibilitando espaços de lazer para todos que quiserem aproveitar o que a cidade tem de melhor.

Isso sem contar uma invejável gama de restaurantes, com comidas de todos os tipos.

PONTOS NEGATIVOS:

1) Transporte

O transporte público de Curitiba já foi exemplo a ser seguido por diversas cidades do Brasil e do exterior, mas hoje passa por uma crise histórica. A cada ano, menos usuários. Com isto, menor receita aos operadores, que não vêem saída a não ser a subida da tarifa, o que assusta novos usuários. Um ciclo vicioso extremamente perigoso.

Curitiba foi uma das primeiras cidades do mundo a implementar o sistema BRT, que cria faixas exclusivas para o transporte público. Mas isso não é suficiente.

Ônibus lotados já não são privilégio dos horários de pico. O tempo de espera também é cada vez mais longo. E a possibilidade de integração apenas nos terminais de ônibus também é controversa (há quem considere ultrapassada, visto o sistema paulistano de bilhete de integração).

Menos usuários do transporte público, mais carros nas ruas. E cada vez o trânsito de Curitiba fica mais caótico.

2) Violência

Curitiba pode estar em situação bem melhor que a de muitas outras capitais, mas a violência e a falta de contingente policial é latente. Isso gera insegurança, e diminui a qualidade de vida da população. Curitiba gostaria de ser uma “cidade com padrão europeu”, mas hoje está bem aquém disto.

3) Infraestrutura

Estudantes do Colégio Estadual do Paraná, em protesto

Novamente, Curitiba está bem à frente de outras cidades brasileiras. Mas quando comparada a boa parte do resto do mundo, Curitiba carece de infraestrutura básica para a qualidade de vida da população local. Com o montante de impostos pagos, os brasileiros deveriam ter acesso a serviços básicos gratuitamente, mas não é o que acontece.

Quem quer educação, saúde e segurança de qualidade precisa apelar para o serviço privado – e pagar duas vezes por isto.

É justo?

Critico Curitiba porque amo esta cidade, que me deu muitos de meus valores e princípios.

Curitiba me adotou ainda com um ano, e me recebeu de volta de braços abertos quando precisei reequilibrar minha vida.

Obrigado, Curitiba. E muito sucesso.

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O porquê

Ontem e hoje foram dias sem posts aqui no Economistinha.

Vocês devem estar comemorando se descabelando pela minha ausência, mas o motivo é nobre: completei hoje (dia 16 de maio) 25 anos de vida!

Em breve retomaremos a programação normal, comentaremos os mais importantes indicadores econômicos, a recente elevação no preço do dólar devido ao maior temor dos investidores internacionais, a repercussão das novas eleições na Grécia, o caso Cachoeira, participações especiais, etc…

Fiquem atentos às plataformas de divulgação:

– Nossa página no facebook

– Nosso twitter

Enquanto isto… aceitam um pedaço do mundo de bolo?

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