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Google deve lançar cartão de crédito que substituirá todos os que você tem hoje

É isso mesmo.

Segundo o portal Android Police, o Google se prepara para lançar o Google Wallet Card, um cartão que substituirá todos os demais cartões na sua carteira.

Isso é possível porque ele centralizará as informações dos demais cartões em seu chip – possibilitando que você carregue apenas um.

Enquanto a tecnologia de Near Field Contact não deslancha e possibilita pagamentos com o seu telefone móvel, esta pode ser uma boa saída para afinar sua carteira – especialmente se for possível cadastrar cartões de clubes, programas de fidelidade, planos de saúde, carteirinha de estudante, etc… Até porque, se você perder ou tiver seu cartão roubado, basta cancelar o Google Wallet Card.

Ainda não há informações sobre quando isso será lançado, nem mesmo se chegará ao Brasil. 😦

E aí, você acha que pega?

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Brasil vive bolha nos preços de imóveis, aponta estudo do IPEA

“Irrealista e insustentável.” Esta é a situação dos preços de imóveis no Brasil, de acordo com os economistas do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), Mário Jorge Mendonça e Adolfo Sachsida.

A Folha de São Paulo apontou como sintoma que os preços de imóveis no Rio de Janeiro subiram 165% desde fevereiro de 2008; em São Paulo, a alta foi de 132%. A inflação ao consumidor neste período foi de 25%.

Tradicionalmente, bolhas de preços são infladas pelo crescimento acelerado da oferta de crédito.

Esse crescimento aconteceu no setor habitacional brasileiro -com o impulso, enfatiza o estudo, de programas, incentivos e obras do governo federal.

“A insistência do governo em aquecer ainda mais um mercado imobiliário já aquecido só tende a piorar o resultado final”, diz o texto.

Entre os exemplos citados estão, além dos juros favorecidos para o setor imobiliário, o programa Minha Casa, Minha Vida e os empreendimentos vinculados à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.

Vinculado à Presidência da República, o Ipea não endossa essas conclusões. Em seu boletim “Conjuntura em Foco”, o órgão argumenta que o volume de crédito no país ainda está muito longe dos 65% do Produto Interno Bruto contabilizados nos EUA.

Mas o próprio boletim mostra a rapidez da expansão dos financiamentos habitacionais brasileiros, que saltaram de 1,5%, em 2007, para mais de 5,5% do PIB neste ano.

Mendonça e Sachsida afirmam que, a partir do agravamento da crise internacional, no final de 2008, o crédito imobiliário tem crescido em ritmo superior ao do destinado a outros setores, especialmente nos bancos públicos.

Antes, a ampliação do crédito era puxada por bancos privados e privilegiava os setores industrial, rural, comercial e empréstimos diretos a pessoas físicas.

Segundo o estudo, a escalada dos preços dos imóveis tende a ser interrompida ou revertida com a alta dos juros, o que é esperado com a retomada do crescimento econômico e, mais ainda, com uma alta futura das taxas internacionais.

O texto diz que os efeitos de uma eventual crise no mercado imobiliário brasileiro não serão catastróficos como os do estouro da bolha americana, ponto de partida da crise global. “Contudo, não serão desprezíveis.”

 

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Como/Quando comprar moeda estrangeira antes de viajar?

Sempre que vamos viajar para o exterior, uma grande dúvida que surge é: Como e quando comprar moeda estrangeira antes de viajar?

Recentemente uma amiga me fez esta pergunta, e eu achei bastante válido fazer um post sobre este assunto.

Primeiramente, você precisa pensar quanto de dinheiro você vai precisar no país que vai visitar, e evite deixar esta reflexão para a última hora.

Vamos começar com a primeira parte: COMO?

Se você vai passar poucos dias, o ideal será levar apenas a moeda estrangeira e o cartão de crédito. Se for passar mais tempo e precisar de mais dinheiro, há duas possibilidades: cheques de viagem e cartões pré-pagos.

Eu sou mais afeito à segunda opção, pois possibilita recargas e, em muitos casos, não tem custos de operação em caso de compras no débito (porém, quando for feito o saque, geralmente há uma tarifa).

A principal vantagem do cheque de viagem é a maior disponibilidade de moedas. As duas opções tem seguro, ou seja, em caso de perda, é só acionar o seguro e você não perderá dinheiro!

Quando for usar o cartão de crédito, lembre-se da tarifa de IOF sobre aquisições no exterior, elevada para 6,38% pelo governo brasileiro.

Outro ponto importante é: que moedas comprar? Se você viaja para a Zona Euro, para os EUA ou até mesmo ao Japão, a resposta é praticamente óbvia: a moeda local. Se for para algum país próximo ao Brasil, como Chile, Peru ou Bolívia, talvez seja melhor comprar aqui mesmo a moeda local. Se for para o Paraguai ou para a Argentina, a instabilidade local faz com que a moeda brasileira ou a americana sejam muito valorizadas, então deixar para trocar dinheiro lá pode ser uma ótima opção.

Para qualquer país europeu ou do norte da África, eu sugiro o Euro, mais facilmente aceito e mais fácil de converter. Para os demais, a moeda americana ainda é a melhor opção.

Agora, a outra pergunta: QUANDO comprar?

Tirando os casos que mencionei em que deixar para comprar a moeda no próprio país, o ideal é antecipar a compra de acordo com a sua disponibilidade. Evite deixar para a última hora. Às vezes a moeda sobe de uma vez.

Também evite comprar tudo de uma vez só. A moeda pode cair no dia seguinte e você vai ficar com peso na consciência. Distribua em três operações, e observe os padrões gráficos. Se a moeda subiu ontem e antes de ontem sem motivos fortes, é possível que ela caia um pouco hoje, para ajustar o valor. Consulte algum amigo que entende um pouco disso antes das operações, se tiver dúvidas.

Depois de tudo isso, fique tranquilo e curta sua viagem!

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