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O capacete de bicicleta invisível

Quem não acha os capacetes de bicicleta horrorosos e desconfortáveis?

“Parece um cogumelo duro na sua cabeça” – disse uma das inventoras mais revolucionárias dos últimos tempos.

Incomodadas, Anna Haupt e Terese Alstin passaram sete anos estudando um capacete que pudessem chamar de “revolucionário” (seguro e esteticamente mais bonito). Entraram em contato com um especialista em traumas na cabeça e estudaram vários relatórios de acidentes de bicicleta.

Sim, ele está usando um capacete. Incrível, não?

Depois dos anos de estudos e testes, chegaram ao que chamam de capacete invisível. O princípio é o mesmo dos airbags dos carros, só abre em caso de impacto. Ele é equipado com um sensor de movimento que detecta qualquer mudança brusca de velocidade ou direção, e, ao abrir, protege a cabeça e o pescoço do ciclista.

Segundo as designers, o capacete invisível é o símbolo do impossível. “Se dizem que é impossível, temos que provar o contrário”. A invenção rendeu à suecas o INDEX Award 2011, maior premiação em dinheiro para projetos de design do mundo.

Veja o vídeo e confirme: não é fantástico?

The Invisible Bicycle Helmet | Fredrik Gertten from Focus Forward Films on Vimeo.

Li na Superinteressante.

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Porque o design é tão importante

Na terceira participação do Zeca Dib para o Economistinha, o empreendedor mostra porque o design é tão importante para uma empresa – especialmente quando ela está nascendo.

Mancebo,

quando você está na calada da noite, cercado das mais variadas espécimes femininas, que lhe chama atenção em uma donzela em especial? Pergunta retórica, é claro. Sei que a resposta, independente de qual for, está ligada ao design da moça. É óbvio, você nada sabe do conteúdo dela, tudo que ela é, naquele momento para você, é visual: rosto, corpo, roupas, como dança, etc.

Como você já adivinhou, rapaz esperto que é, o mesmo acontece com a sua empresa.

O que é a cara da empresa? Tudo, desde o cartão de visitas, logo, até o site, sede. Perceba que tem de haver uma adequação com o público alvo, o que nem sempre requer o mais refinado visual. Exemplo: chegar de terno e gravata para um churrasco na laje. Errado (não segundo Barney Stinson, mas ele não não conta. Suit up!). Isso é chamado de Identidade Visual.

Sabe aquela máxima de “não se escolhe um livro pela capa”? É, balela brava, geralmente SE escolhe livro/filme pela capa/título. Como já trabalhei em locadora, posso fazer essa afirmação categoricamente, então me imagine com uma cartola e monóculos enquanto a proclamo. Mais: Quanto mais leigo, maior a tendência a fazer uma escolha norteado por aparência.

Já entendeu ou quer que desenhe? A comunicação visual da sua empresa é a primeira coisa que você diz ao cliente, antes mesmo do “oi”. O que você diria pra ele, em no máximo três palavras? Comece por aí.

Ah, a propósito: se você não é designer, não tente ser um. Sério, para o seu bem e para todos os olhos do mundo. Contrate alguém competente, passe um bom briefing e confie na palavra dele. Ele estudou essa porra toda, e você muito provavelmente só vai atrapalhar. Defina o que quer comunicar e saia da frente.

Sei que isso pode parecer óbvio à alguns, mas dê uma volta na rua e veja quantas empresas neglicenciam o design com força. Hoje, se você ignora o design, o mercado ignora você.

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