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Um café para amar Dublin

Um domingo chuvoso e um fim de viagem exaustivo.

Eu não esperava muito da cidade, especialmente após visitar Temple Bar no sábado e me sentir em pleno carnaval.

Mas assim que nos afastamos do circuito turístico rumo ao St. Stephen’s Green, mudamos de ideia. Especialmente ao parar no Coppinger Row, um dos cafés/restaurantes mais em voga em Dublin.

Escolhemos os ovos marroquinos com salsicha de almôndega, pimentões vermelhos grelhados, iogurte de menta e torradas:

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E ovos pouché com molho hollandaise sobre carne de porco desfiada, acompanhados de salada de rúcula e tomates grelhados.

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Para o brunch, o restaurante serve quatro tipos de bloody mary. Provamos dois, e não há nada melhor para curar a ressaca.

O ambiente é acolhedor e aconchegante, seguindo a linha irlandesa mas com toques de modernidade. O público era majoritariamente jovem, de grupos de amigos a casais de namorados.

Copyright: Wild and Grizzly

Chegamos cedo – 12h30 – e não precisamos esperar por mesa. Como o Coppinger Row está ganhando bastante atenção da mídia, siga o nosso exemplo – eles reservam apenas para grupos com seis pessoas ou mais (na noite anterior, tentamos jantar no Elephant & Castle, mas a fila de espera era de 2h30!).

Os preços são razoáveis, e gastamos menos de 30€ por pessoa – brunch, café, bloody mary.

A Irlanda ainda não é tão visitada por brasileiros como a Inglaterra, França ou Espanha, por exemplo. Ela reserva grandes belezas naturais, especialmente nos condados de Kerry, Claire e Galway.

Mas se você decidir conhecer a terra dos celtas e passar pela capital, não deixe de ir ao Coppinger Row.

Este é o meu primeiro post com dicas para o que fazer em viagens. Se vocês quiserem mais posts como esse, comentem!

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A arte da persuasão: sete passos para se tornar um expert em vendas

Trabalhe você com vendas ou não, a habilidade de convencer outras pessoas, especialmente executivos com décadas de experiência, é fundamental para o seu sucesso profissional. Ao procurar um emprego, descrever uma ideia, apresentar um projeto ou discutir tópicos acadêmicos, o bom vendedor se sobressai.

Por isso, resolvi traduzir trechos deste fantástico artigo escrito por Carl Robinson.

1)      O mais importante passo é a atitude. Você precisa se relacionar com os executivos como um parceiro, não como um vendedor (ou pedinte). A reunião jamais deve ser entre adversários, mas entre pessoas de sucesso que decidiram se reunir porque têm um interesse comum para resolver problemas de forma criativa e eficaz.

CEOs  querem lidar com pessoas que são iguais a eles. Sim, há alguns arrogantes, tão cheios de si mesmos que sequer querem que você respire o mesmo ar que eles, e com estes é absolutamente fundamental que você os trate como iguais, ou você se arrependerá caso consiga a venda (eles certamente serão clientes insuportáveis). Tratá-los como iguais não significa que você tenha que ter o título de CEO, mas requer que você acredite e sinta que você é igual a eles e que o seu produto ou serviço tem tanto valor quanto o deles. Como Alan Weiss frequentemente diz, “A primeira venda é para você mesmo”. Se você não se vê como um parceiro, você será demitido, figurativa ou literalmente.

2)      O segundo passo é entender que parceiros não fazem apresentações, eles têm discussões. O momento em que você entrar no escritório de um executivo com uma apresentação em Power Point ou uma elegante pasta com uma apresentação, você se tornou mais um vendedor sob os olhos de lince de seu interlocutor. A não ser que você represente uma empresa envolvida em mídias visuais, a apresentação quebra o ritmo da discussão e a conexão interpessoal que você precisa desenvolver, em que o executivo lhe vê como alguém que pode ajudar sua empresa. Se você não conseguir esta conexão interpessoal, seu competidor ficará com a venda.

3)      Terceiro, é importante que você assuma o controle da discussão, fazendo perguntas sobre o que o seu potencial cliente precisa e fornecendo exemplos de como você ajudou outros clientes a resolver problemas similares. Foque nos resultados atingidos… não no conteúdo ou nos processos. Exemplos relevantes provam sua capacidade. Recitar uma lista de serviços, não. Tente não se ater a perguntas como “Conte-me sobre você ou sua empresa”. Não entre em um jogo de vendas. Ao invés, dê um resumo MUITO BREVE e pergunte sobre as necessidades de seu potencial cliente: “Por que você quis se reunir comigo/conosco hoje?” Com a resposta, você terá material com que trabalhar. Assim você pode responder de forma relevante e desenvolver uma conversa de reais parceiros comerciais.

4)      Você precisa praticar (e saber os detalhes do seu produto/serviço) tão bem que você possa conversar a respeito de forma relaxada e confiante. Pratique bastante, até que você possa responder quaisquer perguntas espontaneamente sobre sua empresa ou serviços. Além disso, saber conversar sobre outros assuntos que não apenas negócios ou esportes é muito importante.

5)      Você precisa antecipar qualquer objeção possível e ter uma resposta objetiva ensaiada e pronta. Objeções são previsíveis e parte do jogo. Você deve ter prontas e atestadas respostas convincentes para perguntas corriqueiras. Não há desculpas para se estar despreparado nas perguntas corriqueiras. Sempre reconheça a objeção… só não super-complique. Não fique defensivo, nem exagere nos argumentos.

6)      Olho no relógio. Não deixe seu cliente comunicar a hora da reunião acabar. Se você tem apenas 30min e a conversa se desenrola em amenidades, ótimo! Não entre em pânico tentando cobrir tudo o que sobrou nos últimos 2min. Reconheça que o tempo está apertado e assuma que seu interlocutor quer continuar a conversa, dado que há mais para se discutir. Não saia do escritório sem solicitar uma nova reunião. Se a parceria se desenvolveu de forma positiva, você terá uma nova reunião. Lembre-se: quanto mais lenta a venda, melhor ela será.

7)      Por último, faça um resumo de cada reunião ou telefonema com seus clientes. Anote perguntas e objeções novas, contra-argumentos utilizados e desenvolva respostas SUCINTAS. E então, pratique, pratique, pratique.

 

Se você tem outras dicas que podem ajudar, coloque-as nos comentários!

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O que o brasileiro diz, o que ele quer dizer e o que os gringos entendem…

Viajando pelo mundo, você percebe como as pessoas entendem as mesmas palavras de formas diferentes. Desde piadas das quais ninguém mais ri até compromissos comerciais, as diferenças culturais podem gerar várias situações delicadas. Sabendo disso, a The Economist preparou uma excelente lista de coisas que o brasileiro diz e que são mal interpretadas pelos gringos.

Confira comigo:

O que o brasileiro diz: Sim

O que o gringo entende: Sim

O que o brasileiro quis dizer: Qualquer coisa entre sim, talvez e até mesmo não

O que o brasileiro diz: Talvez

O que o gringo entende: Talvez

O que o brasileiro quis dizer: Não

O que o brasileiro diz: Não

O que o gringo entende (nas raríssimas vezes que um brasileiro diz isso): Não

O que o brasileiro quis dizer: Nunca, nem mesmo em um milhão de anos. Tá maluco?

O que o brasileiro diz: Tô chegando.

O que o gringo entende: Ele está quase aqui.

O que o brasileiro quis dizer: Tá marcado.

O que o brasileiro diz: Vou chegar em dez minutinhos.

O que o gringo entende: Ele vai chegar daqui a pouco.

O que o brasileiro quis dizer: Em algum momento na próxima meia hora eu vou levantar do sofá e começar a procurar minhas chaves

O que o brasileiro diz: Vou aparecer mais tarde

O que o gringo entende: Ele vem mais tarde

O que o brasileiro quis dizer: Eu não vou

O que o brasileiro diz: A gente se vê, vamos combinar ok?

O que o gringo entende: Ele quer manter contato (apesar de, estranhamente, não termos o contato um do outro)

O que o brasileiro quis dizer: Nada.

O que o brasileiro diz: Deixa eu te falar uma coisa/É o seguinte

O que o gringo entende (especialmente depois de incessantes repetições): Ele pensa que eu sou retardado ou surdo.

O que o brasileiro quis dizer: A-ham.

O que o brasileiro diz: Abraço! Beijo!

O que o gringo entende: Ele realmente gostou de mim!

O que o brasileiro quis dizer: Se cuida, tchau!

O que o brasileiro diz: Você fala português super bem!

O que o gringo entende: Que ótimo! Minha gramática e sotaque estão muito melhores do que eu pensava…

O que o brasileiro quis dizer: Que ótimo, um gringo se esforçando para aprender português! Na realidade o sotaque e os erros gramaticais são tão grotescos que eu quase não entendo nada do que ele fala, mas ainda assim… Um gringo tentando aprender português.

E aí, vocês concordam com a lista ou acham que o pessoal da Economist foi duro demais com nosso “jeitinho” de comunicar?

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25 coisas para fazer antes dos 25 anos. Ou 26, 27, 28…

Hoje é o aniversário do Economistinha mais querido de vocês: EU.

Haha e no dia que eu completo 26 primaveras (ou outonos, dado que estou no hemisfério norte), gostaria de compartilhar essa divertida lista, primeiro publicada no Thought Catalog.

Se você não completou-a antes dos 25, não tem problema. Vá em frente, saia da sua zona de conforto, desafie-se! Divirta-se!

A vida é curta demais para não curti-la como você bem quiser. Perca menos tempo pensando no que os outros vão pensar, e faça o que tiver vontade.

Ah, e mensagens queridas de feliz aniversário nos comentários são muito benvindas!

O mais importante: DIVIRTA-SE!

1. Faça as pazes com os seus pais. Seja por, finalmente, reconhecer que eles realmente querem o melhor para você ou por perdoá-los por serem imperfeitos, você não pode entrar feliz na vida adulta com essa marca de ressentimento familiar.

2. Beije alguém que seja ‘muita areia para o seu caminhãozinho’. Beije modelos, estudantes de medicina e empreendedores que moram em Dubai, e não se preocupe se eles(a) vão te ligar depois ou não.

3. Minimize a sua passividade.

4. Seja subordinado ou faça um bico, para começar a entender como gorjetas funcionam, como manter a paciência perto de babacas e como algumas palavras amáveis podem mudar o dia de alguém.

5. Reconheça liberdade como uma passada num fast food às 5h30 da madrugada com um bando de estranhos que você acabou de conhecer.

6. Tente não se martirizar por possuir um diploma ‘inútil’. Dinheiro é um terror e as coisas não aconteceram exatamente como você planejou, mas você tinha mesmo que fazer faculdade… E ter um diploma não é a pior coisa do mundo. Nós vamos resolver essa confusão, provavelmente. O ponto é que você não merece menos só porque ir à faculdade não trouxe um retorno imediato. Seja paciente, trabalhe com o que você tem e lembre-se que muitos de nós estamos nessa juntos.

7. Se você está em qualquer emprego que seja, abra uma poupança. Você nunca sabe quando estará desempregado ou  desesperado para fugir da sua vida por uns dias. Mesmo R$20 por semana já fazem R$1040 a mais por ano do que você teria de outro jeito.

8. Adquira o hábito de ir lá fora, aproveitar a luz, cultivar seus amigos, esquecer a internet.

9. Fique curtindo – e alimentando – uma ressaca por 4 dias seguidos.

10. Comece um relacionamento com o(a) sua paixão platônica dizendo que o(a) quer. Diretamente. Tipo, olhando em seu rosto e dizendo assim: Eu quero você. Eu quero ficar com você.

11. Aprenda a dizer não – para você mesmo. Não continue usando salto alto se você odeia, não continue fumando se você odeia o seu cheiro no dia seguinte, pare de passar dias inteiros afundado no sofá para depois reclamar que está perdendo o Sol.

12. Tire um tempo para revisitar os lugares que construíram quem você é: o apartamento em você cresceu, sua escola, sua cidade natal. Esses lugares até podem ficar lá para sempre, mas você definitivamente não.

13. Encontre um hobby que te faça esperar pelo momento de ficar sozinho, que deixe essa solidão momentânea agradável e energizadora.

14. Pense que você se conhece até conhecer alguém mais do que você.

15. Esqueça quem você é, suas prioridades e como uma pessoa deveria ser.

16. Identifique os seus medos e, ao invés de deixar que eles controlem as suas ações, encontre e converse com pessoas que já os superaram. Não se contente sem experimentar 000002% do que o mundo tem para oferecer porque você tem medo de viajar de avião.

17. Adquira o hábito de organizar as coisas e desapegar. Só porque funcionaram em algum momento não significa que você deve mantê-las para sempre – sejam essas ‘coisas’ o seu par de calças favorito ou o seu ex.

18. Pare de se odiar.

19. Saia e assista àquele filme, leia aquele livro ou ouça aquela banda que você já mentiu sobre ter assistido, lido, ouvido.

20. Tire vantagem do seguro de saúde enquanto você ainda é saudável.

21. Crie o hábito de falar às pessoas como você se sente, seja escrevendo um e-mail de fã para alguém cujo trabalho você ame ou falando ao seu chefe por que você merece um aumento.

22. Namore alguém que diga “Eu te amo” primeiro.

23. Deixe o país com a desculpa de “se encontrar”. Isso não funcionará. Lugares não mudam pessoas. Invés disso, beba bastante sozinho, leia vários livros, faça sexo em albergues sujos e volte para casa quando a saudade bater.

24. Revolucione e compre um Macbook Pro. Ou um Samsung Ultra. Não importa. Compre alguma coisa que você queira muito.

25. Largue aquele emprego que te deixa infeliz, termine relacionamentos que te façam agir como um lunático, abandone os amigos que ininterruptamente te dão vontade de vomitar. Você é novo, resiliente, há outros trabalhos, relacionamentos e amigos se você estiver aberto a eles.

26. E fique à vontade. Adicione quantos pontos quiser a essa lista. Afinal, a vida é sua. Crie metas, e alcance-as!

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Cinco habilidades essenciais em todo bom vendedor – e três defeitos inadmissíveis

Talvez você não trabalhe com vendas e pense: esse post não é para mim. Mas todos somos vendedores de alguma coisa o tempo todo. Em uma entrevista de emprego, por exemplo, você está vendendo sua força de trabalho e capacidade de cumprir as funções da vaga. Em discussões com amigos ou colegas de trabalho, em situações básicas do dia-a-dia, a venda está sempre presente – mesmo quando você não percebe. Por isso, confira agora cinco habilidades essenciais a todo bom vendedor – e três defeitos inadmissíveis.

1. Ouvir e entender o cliente

Para um empreendedor se tornar um bom vendedor, é preciso estar pronto, antes de tudo, para entender o cliente e suas necessidades. A melhor forma de fazer isso é ouvindo. “Toda venda virou consultiva. A maior habilidade que um vendedor precisa ter é a capacidade de ler o cliente”, explica Cherto.

Por isso, esteja pronto para ouvir o que o cliente tem a dizer e não saia empurrando o que bem entender. “Conhecer o produto ou o serviço que é vendido é bastante importante. Mas uma habilidade técnica que todos os vendedores devem aprender é criar vínculo com o cliente”, opina Luiz Claudio Gomes, especialista em vendas.

2. Ser um entusiasta

De frente para um investidor, o empreendedor precisa vender uma boa imagem do seu negócio. Nesta hora, mostre-se entusiasmado e envolvido com o projeto. “Vendedor que é inseguro para falar dificilmente consegue convencer alguém”, diz Maia. Mas não adianta fingir estar muito animado com o negócio, precisa provar. “Um bom vendedor deve ser um entusiasta. Seu entusiasmo deve ser natural e diário, automotivador”, explica Gomes.

3. Ser organizado

Tenha sempre em mãos as informações sobre os seus produtos e os números da sua empresa. Faz parte da rotina de um vendedor organizar bem a agenda para ter tempo de atender os clientes de forma adequada e mostrar-se comprometido. “Chegar no horário e ser criativo também fazem parte das habilidades de um bom vendedor”, conta Maia.

4. Encontrar soluções

Cada um compra pelas próprias razões e não pelas vontades do vendedor. É assim que Cherto define uma venda hoje. Encontrar a solução para aquilo que o cliente procura é uma ótima estratégia de vendas. “O vendedor nunca deve olhar para o cliente como um númeroou como uma comissão que vai pagar sua conta de telefone no fim do mês. Ele deve agregar valor ao cliente”, complementa Gomes.

5. Comunicar-se bem

Mais do que falar com entusiasmo, é preciso falar de forma correta. “Falar e escrever corretamente é fundamental”, ensina Maia. Uma habilidade importante é estar apto a falar com clareza, expor as ideias e saber as respostas para o que o cliente perguntar. “É importante o vendedor aprender que ele é um comunicador”, explica Gomes.

E os defeitos…

1. Ser preconceituoso e esnobe: não existe pior atitude para um vendedor. O profissional deve atender as pessoas com educação e cordialidade, não importando sua classe social, aparência, gênero ou raça. É uma postura que fere os princípios da boa índole de todo ser humano e é passível de ações judiciais, tanto para o vendedor, quanto para a empresa que representa;

2. Ser desonesto: profissionais que visam apenas um objetivo, ter lucro e tirar proveito de pessoas menos informadas. É aquele vendedor que, por exemplo, oferece um produto de segunda mão, quebrado, mas com uma boa aparência, cobrando um valor como se fosse novo e de primeira linha;

3. Ser mal educado: é aquele que não te atende, mas quando atende, não demonstra o mínimo de simpatia e educação. Não pergunta o que você deseja e não te oferece nada de útil, por fim, quando você não gosta de nada, fica bravo e age com grosseria.

Lembre-se de que a compra é uma experiência para os clientes, eles não buscam simplesmente os produtos quando compram algo, buscam a satisfação de necessidades ou resolução de problemas. O atendimento é parte integrante de seu produto ou serviço e interfere na imagem da sua empresa.

Espero que essas dicas te ajudem a conseguir mais sucesso na sua vida. Boa sorte!

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