Arquivo da tag: dicas

Conheça as melhores empresas para se começar a carreira

Você ainda nem começou a trabalhar e já vai ter gente te perguntando onde você quer estar em 5 ou 10 anos.

As escolhas que você faz desde antes mesmo da primeira entrevista de trabalho influenciam no caminho que sua carreira vai trilhar, mas não se desespere: não é porque você não fez seu estágio numa dessas empresas que sua carreira será um fracasso!

A revista Você S/A, em parceria com a Fundação Instituto de Administração e a Cia de Talentos, acaba de lançar o guia “As melhores empresas para começar a carreira 2013”.

A grande campeã de 2012, o Google, sequer foi ranqueada neste ano.

Lembrem-se que nem todas as empresas podem participar do guia: Para participar da pesquisa, as empresas precisavam ter, no mínimo, cinco anos de existência e 200 funcionários. Destes, pelo menos 70 devem ter entre 18 e 26 anos. Ou seja: empresas pequenas foram excluídas de cara.

Com base nestes dados, a VOCÊ S/A mediu o índice de felicidade dos jovens profissionais de cada companhia. Ao todo, 35 empresas foram classificadas no ranking. Juntas, elas empregam 96.817 jovens entre 18 e 26 anos.

Foram avaliados itens como Carreira e reconhecimento, Desenvolvimento Profissional, Identidade, Qualidade de Vida e Liderança.

Mas chega de blá blá blá, os vencedores foram…

1) Embraer

É isso aí. Além de líder mundial em seu setor, a Embraer é um ninho de profissionais talentosos. Um Programa de Especialização em Engenharia em parceria com o renomado ITA oferece um título de mestrado aos jovens profissionais da empresa. Incrível, não?

Os jovens profissionais representam quase 10% da força de trabalho da Embraer. Ao todo, segundo o guia, a empresa abriga 16.325 funcionários. Só no ano passado, a companhia investiu 9 milhões de reais em treinamento e premiou autores de mais de 7 mil ideias.

No entanto, para Jackson Schneider, vice-presidente executivo de pessoas, relações institucionais e sustentabilidade da Embraer, o que faz a diferença na satisfação dos jovens funcionários é o ambiente de trabalho da companhia. “É um ambiente de respeito e integridade. Acho que com isso nós conseguimos atrair os talentos”, disse.  Resultado? Jovens com um índice de felicidade de 82,8.

2) Laboratório Sabin

Com nota final 82,4, apenas 0,4 atrás da Embraer, o laboratório também foi o destaque no quesito desenvolvimento profissional.

De acordo com informações do guia “Melhores Empresas para Trabalhar 2012”, da VOCÊ S/A, quase todos os líderes da companhia foram formados internamente. A companhia oferece bolsas para cursos de idiomas e mantém parcerias com instituições de ensino para oferecer bolsas de pós-graduação.

3) Ticket

Destaque na categoria Identidade, a Ticket, ligada ao grupo Edenred, teve nota geral de 81,1 no ranking. Em média, os jovens profissionais permanecem 2 anos e 1 mês na companhia.

Segundo informações do guia “Melhores Empresas para Trabalhar 2012”, da VOCÊ S/A, a companhia investe pesado em desenvolvimento profissional. Entre 2011 e 2012, a Ticket investiu mais de 2 milhões de reais em cursos para funcionários, segundo dados do guia.

Outros destaques:

Itaú – Melhor do ano em Carreira e Reconhecimento

Instituto Eldorado de Pesquisa – Melhor do ano em Qualidade de Vida

Accenture – Melhor do ano em Liderança

MAN Latin America – Melhor do ano em Inovação em RH

Etiquetado , , , , , , , , , , , , ,

10 lições para os empreendedores, por Abílio Diniz

Abílio Diniz é um dos empresários brasileiros mais bem sucedidos da atualidade. São ligadas a ele as marcas Pão de Açúcar, Extra, Ponto Frio, Casas Bahia, Assaí e Eletro. Sua fortuna bilionária o coloca entre os homens mais ricos do mundo, e sua capacidade de gestão é globalmente reconhecida.

Recentemente, no Congresso Nacional de Empreendedorismo, Abílio Diniz deu dez dicas para empreendedores. Confira a lista abaixo, compilada pela PEGN:

1. Quem busca aprender está em constante crescimento
“Quero ser hoje melhor do que fui ontem. Amanhã vou querer ser melhor do que fui hoje. Isso envolve crescimento pessoal, mas também um crescimento do negócio.”

2. Precisamos saber amar aquilo que temos, e não apenas o que desejamos
“Devemos pensar grande, mas sendo capazes de amar o que temos hoje. Crescer, crescer e crescer é uma ideia que me acompanha até hoje. Eu busco longevidade com qualidade de vida. Isso ajuda a enfrentar todos os tempos da nossa vida com alegria e contentamento, sempre acreditando que o melhor está pela frente.”

3. Não é necessário ter um padrinho, mas é bom ter exemplos
“Nunca tive padrinho. Venho de uma família modesta. Meu pai, que morreu em 2008, era simples e não tinha estudo. Ele veio de Portugal e foi trabalhar numa padaria. Não tenho ídolos, mas admiro algumas pessoas. Um deles é o Jorge Paulo Lemann. Eu o admiro profundamente pelo que ele tem de bondade e comprometimento com a sociedade, com o empreendedorismo. É um tremendo empresário.”

4. Os jovens precisam procurar referências
“Acho que os jovens sofrem com a falta de referência. E isso acontece no mundo todo, não apenas no Brasil. Longe de mim querer ser referência, mas tudo que eu puder passar para os jovens, vou tentar fazer. Precisamos de líderes, de referências e pessoas que sejam admiradas pelo que fazem de bem não só por si mesmos, mas pela sociedade.”

5. Valores sólidos levam ao aprendizado
“Tenho quatro valores básicos: o primeiro é humildade. E isso não significa usar roupa velha ou fazer voto de pobreza. É acreditar que você não sabe tudo e que qualquer pessoa pode lhe ensinar algo. Tenha vontade de aprender sempre porque você nunca sabe tudo. Outros valores são determinação, garra, disciplina e equilíbrio emocional.”

6. É preciso ter lucro, sim
“Há duas semanas, fiz uma palestra no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) para jovens que estavam se formando num curso de MBA. Falei sobre capitalismo consciente, sobre ter alguma coisa além do lucro. Mas almeje o lucro – e muito –, ou você não terá empresa. Desenvolva algo que o orgulhe e lhe dê satisfação. Olhe para quem trabalha em sua empresa, para os acionistas, para o meio ambiente. Seja comprometido com a sociedade.”

7. Fique atento aos processos e às pessoas
“Para mim, as empresas são todas iguais porque são baseadas em gente e em processos. Deu certo? Elogie as pessoas e os processos. Deu errado? Olhe para as mesmas coisas.”

8. Conheça as suas limitações 
“O equilíbrio é algo muito importante na vida. As pessoas precisam conhecer suas limitações. Buscar sempre o que está à frente e conseguir mais nos torna melhores, mas isso não quer dizer que seja preciso ser obsessivo para alcançar todas as metas. Ame o que você tem e lute para conquistar coisas maiores.”

9. Empreender é criar, e não necessariamente inovar
“Empreender é fazer algo que traga contribuição. O fundamental: crie uma empresa em qualquer campo. Se não houver mais ninguém fazendo o mesmo que você, desconfie. Se você for entrar num campo razoavelmente competitivo, pergunte-se: quais serão os meus diferenciais? Vou ser igual a outras empresas ou terei um diferencial?”

10. Seja feliz
“Se eu pudesse escolher só uma coisa na vida, escolheria ser feliz. Ajeite o resto para essa meta. Busque sempre a felicidade.”

Etiquetado , , , ,

Os 17 melhores inícios de livros

Mas por que 17? – Você deve estar se perguntando.

Porque a lista original tinha 15, e foi publicada pela Revista Bula.

Nos comentários, capturei mais um. E finalizei com o início de livro que mais me marcou até hoje.

Sabe o que isso quer dizer? Que eu quero muitos comentários neste post com os seus inícios de livro favoritos… se isso acontecer, terei que atualizar o post de novo e de novo e de novo…

Literatura nunca é demais. Especialmente de boa qualidade. E para celebrar a semana do Dia Mundial do Livro (23 de abril), vamos à nossa lista!

1. Moby Dick (Herman Melville)

Chamem-me simplesmente Ismael. Aqui há uns anos não me peçam para ser mais preciso —, tendo-me dado conta de que o meu porta-moedas estava quase vazio, decidi voltar a navegar, ou seja, aventurar-me de novo pelas vastas planícies líquidas do Mundo. Achei que nada haveria de melhor para desopilar, quer dizer, para vencer a tristeza e regularizar a circulação sanguínea. Algumas pessoas, quando atacadas de melancolia, suicidam-se de qualquer maneira. Catão, por exemplo, lançou-se sobre a própria espada. Eu instalo-me tranquilamente num barco.

2. Notas do Subsolo (Dostoiévski)

Sou um homem doente… Sou mau. Não tenho atrativos. Acho que sofro do fígado. Aliás, não entendo bulhufas da minha doença e não sei com certeza o que é que me dói. Não me trato, nunca me tratei, embora respeite os médicos e a medicina. Além de tudo, sou supersticioso ao extremo; bem, o bastante para res­peitar a medicina. (Tenho instrução su­fi­ciente para não ser supersticioso, mas sou.) Não, senhores, se não que­ro me tratar é de raiva. Isso os se­nho­res provavelmente não compre­en­dem.

3. Grande Sertão: Veredas (Guimarães Rosa)

‎NONADA. TIROS QUE O SE­NHOR ouviu foram de briga de ho­mem não, Deus esteja. Alvejei mira em árvores no quintal, no baixo do cór­rego. Por meu acerto. Todo dia isso faço, gosto; desde mal em minha mo­cidade. Daí, vieram me chamar. Causa dum bezerro: um bezerro branco, er­roso, os olhos de nem ser — se viu —; e com máscara de cachorro. Me disseram; eu não quis avistar. Mesmo que, por defeito como nasceu, arrebi­tado de beiços, esse figurava rindo feito pessoa. Cara de gente, cara de cão: deter­mi­naram — era o demo.

4. O Complexo de Portnoy (Philip Roth)

Ela estava tão profundamente entranhada em minha consciência que, no primeiro ano na escola, eu tinha a impressão de que todas as professoras eram minha mãe disfarçada. Assim que tocava o sinal ao fim das aulas, eu voltava correndo para casa, na esperança de chegar ao apartamento em que morávamos antes que ela tivesse tempo de se transformar. Invariavelmente ela já estava na cozinha quando eu chegava, preparando leite com biscoitos para mim. No entanto, em vez de me livrar dessas ilusões, essa proeza só fazia crescer minha admiração pelos poderes dela.

5. A Lua Vem da Ásia (Campos de Carvalho)

Aos 16 anos matei meu professor de lógica. Invocando a legítima defesa — e qual defesa seria mais legítima? — logrei ser absolvido por cinco votos a dois, e fui morar sob uma ponte do Sena, embora nunca tenha estado em Paris. Deixei crescer a barba em pen¬samento, comprei um par de óculos para míope, e passava as noites espiando o céu estrelado, um cigarro entre os dedos. Chamava-me então Adilson, mas logo mudei para Heitor, depois Ruy Barbo, depois finalmente Astrogildo, que é como me chamo ainda hoje, quando me chamo.

6. O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Salinger)

Se querem mesmo ouvir o que aconteceu, a primeira coisa que vão querer saber é onde nasci, como passei a porcaria da minha infância, o que os meus pais faziam antes que eu nascesse, e toda essa lenga-lenga tipo David Copperfield, mas, para dizer a verdade, não estou com vontade de falar sobre isso. Em primeiro lugar, esse negócio me chateia e, além disso, meus pais teriam um troço se contasse qualquer coisa íntima sobre eles. São um bocado sensíveis a esse tipo de coisa, principalmente meu pai. Não é que eles sejam ruins — não é isso que estou dizendo — mas são sensíveis pra burro.

7. O Amanuense Belmiro (Cyro dos Anjos)

Ali pelo oitavo chope, chegamos à conclusão de que todos os problemas eram insolúveis. Florêncio propôs, então, um nono, argumentando que outro copo talvez trouxesse a solução geral. Éramos quatro ou cinco, em torno de pequena mesa de ferro, no bar do Parque. Alegre véspera de Natal! As mulatas iam e vinham, com requebros, sorrindo dengosamente para os soldados do Regimento de Cavalaria. No caramanchão, outras dançavam maxixe com pretos reforçados, enquanto um cabra gordo, de melenas, fazia a vitrola funcionar.

8. A Metamorfose (Franz Kafka)

Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intran­quilos, em sua cama meta­morfo­seado num inseto monstruoso. Estava dei­tado sobre suas costas duras como couraça e, ao levantar um pouco a cabeça, viu seu ventre abaulado, mar­rom, dividido por nervuras arqueadas, no topo de qual a coberta, prestes a deslizar de vez, ainda mal se sustinha. Suas numerosas pernas, lastimavel­mente finas em comparação com o volume do resto do corpo, tremu­lavam desamparadas diante dos seus olhos.

9. Dom Casmurro (Machado de Assis)

Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei no trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu. Cumprimentou-me, sentou-se ao pé de mim, falou da Lua e dos ministros, e acabou recitando-me versos. A viagem era curta, e os versos pode ser que não fossem inteiramente maus. Sucedeu, porém, que, como eu estava cansado, fechei os olhos três ou quatro vezes; tanto bastou para que ele interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso.

10. Anna Kariênina (Liev Tolstói)

Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira. Tudo era confusão na casa dos Oblónski. A esposa ficara sabendo que o marido mantinha um caso com a ex-governanta francesa e lhe comunicara que não podia viver com ele sob o mesmo teto. Essa si­tuação já durava três dias e era um tormento para os cônjuges, para todos os familiares e para os criados. Todos, familiares e criados, achavam que não fazia sentido morarem os dois juntos e que pessoas reunidas por acaso em qualquer hospedaria estariam mais ligadas entre si do que eles.

11. O Ventre (Carlos Heitor Cony)

Positivamente, meu irmão foi acima de tudo um torturado. Sua tor­tura seria interessante se eu a explo­rasse com critério — mas jamais me preocupei com problemas do espírito. Belo para mim é um bife com batatas fritas ou um par de coxas macias. Não sou lido tampouco. A única atração que tive por livro limitou-se à ilustra­ção de um tratado de educação sexual que o vigário do Lins fez o pai comprar para nosso espiritual proveito. Só creio naquilo que possa ser atingido pelo meu cuspe. O resto é cristianismo e pobreza de espírito.

11. Lolita (Vladimir Nabokov)

Lolita, luz de minha vida, labareda em minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li. Ta. Pela manhã ela era Lô, não mais que Lô, com seu metro e quarenta e sete de altura e calçando uma única meia soquete. Era Lola ao vestir os jeans desbotados. Era Dolly na escola. Era Dolores sobre a linha pontilhada. Mas em meus braços sempre foi Lolita. Será que teve uma precursora? Sim, de fato teve. Na verdade, talvez jamais teria existido uma Lolita se, em certo verão, eu não houvesse amado uma menina primordial.

12. O Jardim do Diabo (Luis Fernando Verissimo)

Me chame de Ismael e eu não atenderei. Meu nome é Estevão, ou coisa parecida. Como todos os homens, sou oitenta por cento água salgada, mas já desisti de puxar destas profundezas qualquer grande besta simbólica. Como a própria baleia, vivo de pequenos peixes da superfície, que pouco significam mas alimentam. Você talvez tenha visto alguns dos meus livros nas bancas. Todo homem, depois dos quarenta, abdica das suas fomes, salvo a que o mantém vivo. São aqueles livros mal impressos em papel jornal, com capas coloridas em que uma mulher com grandes peitos de fora está sempre prestes a sofrer uma desgraça.

 13. Dom Quixote (Miguel de Cervantes)

Desocupado leitor: sem juramento meu embora, poderás acreditar que eu gostaria que este livro, como filho da razão, fosse o mais formoso, o mais primoroso e o mais judicioso e agudo que se pudesse imaginar. Mas não pude eu contravir a ordem da natureza, que nela cada coisa engendra seu semelhante. E, assim, o que poderá engendrar o estéril e mal cultivado engenho meu, senão a história de um filho seco, murcho, antojadiço e cheio de pensamentos díspares e nunca imaginados por ninguém mais, exatamente como quem foi engendrado num cárcere, onde toda a incomodidade tem assento e onde todo o triste barulho faz sua habitação?

15. Cem Anos de Solidão (Gabriel García Márquez)

Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo. Macondo era então uma aldeia de vinte casas de barro e taquara, cons­truídas à margem de um rio de águas diá­fanas que se precipitavam por um lei­to de pedras polidas, brancas e enor­mes como ovos pré-históricos. O mundo era tão recente que muitas coisas careciam de nome e para men­cioná-las se precisava apontar com o dedo.

16. O Grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald)

Quando eu era mais novinho, e mais vulnerável, o meu pai deu-me um determinado conselho que ainda hoje me anda às voltas na cabeça. – De cada vez que te apetecer criticar alguém – disse-me – lembra-te sempre que nem toda a gente neste mundo gozou algum dia das vantagens que tu tens tido. E mais não disse. Mas fomos sempre invulgarmente comunicativos, se bem que: de modo algo reservado, e percebi que ele queria dizer muito mais do que disse.

17. (O meu favorito) As intermitências da morte (José Saramago)

No dia seguinte ninguém morreu. O facto, por absolutamente contrário às normas da vida, causou nos espíritos uma perturbação enorme, efeito em todos os aspectos justificado, basta que nos lembremos de que não havia notícia nos quarenta volumes da história universal, nem ao menos um caso para amostra, de ter alguma vez ocorrido fenómeno semelhante, passar-se um dia completo, com todas as suas pródigas vinte e quatro horas, contadas entre diurnas e nocturnas, matutinas e vespertinas, sem que tivesse sucedido um falecimento por doença, uma queda mortal, um suicídio levado a bom fim, nada de nada, pela palavra nada. Nem sequer um daqueles acidentes de automóvel tão frequentes em ocasiões festivas, quando a alegre irresponsabilidade e o excesso de álcool se desafiam mutuamente nas estradas para decidir sobre quem vai conseguir chegar à morte em primeiro lugar. A passagem do ano não tinha deixado atrás de si o habitual e calamitoso regueiro de óbitos, como se a velha átropos da dentuça arreganhada tivesse resolvido embainhar a tesoura por um dia. Sangue, porém, houve-o, e não pouco.

E quais são os seus inícios de livro favoritos? Coloque nos comentários!

 
Etiquetado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

10 gafes que você não deve cometer em uma entrevista de emprego

A primeira impressão é a que fica. E em uma entrevista de emprego, isso pode ser crucial entre conseguir a vaga ou ser excluído logo de cara.

Confira essas dez gafes selecionadas pela Istoé Dinheiro que você não pode cometer em uma entrevista de emprego:

1. Falar mal do chefe ou emprego anterior. Muitas vezes, o candidato está sob pressão no emprego atual, ou foi demitido e sente-se injustiçado, e acaba utilizando a entrevista para desabafar. Isso é péssimo, pois passa a imagem de uma pessoa imatura, que guarda rancor e não sabe reconhecer o que aprendeu em experiências anteriores.

2. Deixar celulares ou iPods à vista e ligados. A entrevista é um momento importantíssimo para o candidato. Ele deve se portar de forma adequada. É preciso se concentrar para entrar na entrevista focado no seu futuro profissional. Nada de atender celulares, mandar e receber torpedos ou ficar ouvindo música com fone de ouvido. Comportamentos como esses demonstram descaso e falta de capacidade de concentração.

3. Fazer comentário sem pensar. Alguns candidatos, na tentativa de agradar e serem aceitos pela empresa, acabam confundindo a entrevista com um bate-papo no barzinho. Há aqueles que chegam a comentar que têm dificuldade para acordar cedo, não gostam de ler ou que simularam uma doença para participar da entrevista de emprego e justificar a falta no trabalho atual.

4.Não saber nada sobre a empresa contratante. Esse, infelizmente, é um erro muito comum dos candidatos. Muitos não se dão ao trabalho de pesquisar sobre a respectiva companhia . Não conhecem o mercado nem sabem em que área a empresa atua e, por conta disso, não sabem como poderiam agregar valor a empresa. A falta de interesse em buscar mais informações demonstra falta de iniciativa, o que, com certeza, terá um efeito negativo na imagem do candidato.

5.Chegar atrasado. À falta de capacidade de chegar no horário combinado passa a impressão de falta de interesse e desleixo (sugere que a pessoa não dá a devida importância ao trabalho). Pode sugerir também falta de capacidade de planejamento (não consegue calcular o trajeto e o tempo para chegar à empresa). Em outras palavras: se não consegue fazer isso em um trajeto simples, o que dirá das atividades da empresa?

6. Mostrar pouca energia. Alguns candidatos demonstram falta de energia na hora da entrevista. Falam em monossílabos, não desenvolvem as respostas, falam baixo, etc. A expressão corporal e facial é responsável por 55% das informações que emitimos durante a comunicação, enquanto o tom de voz soma mais 38%. Sendo assim, se o candidato demonstra uma postura desleixada, cansada e um tom de voz cansado e sem energia, ele demonstra não estar interessado na vaga e no trabalho, apesar de participar da entrevista. Empresas buscam pessoas motivadas, com energia para trabalhar, e não funcionários dispostos a apenas receber o salário no final do mês.

7.Não manter contato visual com o entrevistador. Olhar nos olhos é importante no momento da entrevista. O ditado diz: “os olhos são espelhos d’alma”. Isso significa que, através do olhar, passamos informações que não são ditas de forma oral. Por exemplo, sinceridade, brilho dos olhos ao falar de projetos que o motivam, e também inseguranças, receios, mentiras, etc. Se você se preparou para a entrevista e deseja realmente fazer parte da empresa, não tenha medo de mostrar quem você é. Confie na sua vontade, no seu desejo de trabalhar e conquistar os seus sonhos através do seu trabalho.

8. Falar sobre problemas pessoais. Alguns candidatos confundem a entrevista com sessão de análise e começam a falar sobre os problemas familiares, falta de dinheiro, etc. Isso provoca uma imagem negativa ao candidato porque demonstra que ele não consegue separar problemas profissionais e problemas pessoais. Indica que o candidato, provavelmente, é do tipo de pessoa que traz os problemas pessoais para resolver durante o trabalho. Como? Fazendo inúmeras pausas durante o expediente para ficar “tricotando” ou desabafando problemas pessoais para os colegas de trabalho.

9.Falta de visão de futuro. Atualmente, as empresas buscam colaboradores que sabem o que querem. Muitos profissionais, infelizmente, não têm a mínima ideia do que buscam através do trabalho. Sendo assim, a relação com a empresa se limitaria a apenas ‘mão de obra’ em troca de ‘salário’. Profissional que não tem perspectiva raramente conseguirá enxergar o valor que poderá agregar ao empregador e também o inverso, o valor que a empresa agregará em sua vida profissional.

10.Falta de preparo para a entrevista. Muitos profissionais esquecem que a entrevista é um momento para eles “venderem” a sua imagem, por meio das habilidades e conhecimentos. Não saber responder a perguntas do tipo “quais são seus pontos fortes”, ou “me fale de suas realizações”, ou “comente sobre pontos que você sente que precisa melhorar”, etc, mostra uma grande deficiência em planejamento, preparo, cuidado e falta de autoconhecimento.

Etiquetado , , , , ,

10 dicas para ter sucesso financeiro, por Gustavo Cerbasi

Gustavo Cerbasi é uma referência em conhecimentos sobre finanças, sucesso e investimentos. O gaúcho de Caxias do Sul, mestre em Administração/Finanças pela USP, já lançou livros de grande sucesso entre pessoas que vislumbram acumular riquezas, como “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” e “Como Organizar sua Vida Financeira”. Ao todo, suas publicações já venderam mais de 1,4 milhão de cópias em território nacional, número que deve subir com o recente lançamento de “10 Bons Conselhos de Meu Pai”.

Confira abaixo dez dicas de Cerbasi, compiladas pelo UOL, sobre como ter sucesso financeiro. Por incrível que pareça, para ganhar dinheiro, é preciso gastar dinheiro!

Este slideshow necessita de JavaScript.

E aí, pronto para ter muito sucesso?

Etiquetado , , , , , , , , ,