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Qual o melhor lugar do mundo para se viver?

Confira a lista das melhores cidades do mundo para se viver pela The Economist em 2015 aqui!

Esta pergunta, que pode parecer tão subjetiva e pessoal, vem sendo respondida pela consultoria Mercer há vários anos. E há precisamente seis anos, a liderança não sofre alterações. Viena, capital da Áustria, é soberana com seus museus, fácil acesso a transporte público e rica cultura às margens do rio Danúbio.

Dentre as 230 cidades analisadas, o Brasil sequer conseguiu ficar entre as 100 melhores. Brasília, 107a, lidera o nosso ranking nacional – seguida do Rio de Janeiro (119), São Paulo (120) e Manaus (127), que ao menos mereceu destaque como “Cidade Emergente” devido à sua Zona Franca.

Se você quer uma vida melhor mas não quer ir para muito longe, a melhor cidade para se viver na América do Sul é Montevideo (78), capital do Uruguai, seguida de Buenos Aires (91) e Santiago (93). Os Estados Unidos também não estão com a bola toda, e sua melhor cidade é San Francisco, apenas na 27a posição. Detroit, antiga capital mundial do automóvel, é apenas a septuagésima colocada.

San Francisco, a melhor cidade para se viver nos EUA

Enquanto os EUA amargam posições desconfortáveis, seu vizinho ao norte, o Canadá, emplacou 3 cidades entre as 20 melhores. Destaque para Vancouver, 5a colocada.

Com muita área verde, Vancouver é a melhor cidade para se viver no continente americano

Centros de grande atração turística não são os melhores lugares para se viver. Bangkok (117), Londres (40), Paris (27), Cingapura (26) e Nova York (44) foram as cidades mais visitadas em 2014, de acordo com a Forbes, mas não estão no topo do ranking de qualidade de vida.

Dentre os países, o grande destaque é a Alemanha. A atual campeã mundial de futebol emplacou 5 cidades entre as 20 melhores – Munique (4), Düsseldorf (6), Frankfurt (7), Berlim (14) e Hamburgo (16).

E as 20 melhores cidades do mundo para se viver são:

Rank City Country
1 Vienna Austria
2 Zurich Switzerland
3 Auckland New Zealand
4 Munich Germany
5 Vancouver Canada
6 Dusseldorf Germany
7 Frankfurt Germany
8 Geneva Switzerland
9 Copenhagen Denmark
10 Sydney Australia
11 Amsterdam Netherlands
12 Wellington New Zealand
13 Bern Switzerland
14 Berlin Germany
15 Toronto Canada
16 Hamburg Germany
16 Melbourne Australia
16 Ottawa Canada
19 Luxembourg Luxembourg
19 Stockholm Sweden

*As fotos que ilustram este post são minhas 🙂

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PIB da China passará os EUA em 2017 – Brasil será quarto até 2050

Em estudo divulgado recentemente, a consultoria PriceWaterhouseCoopers aponta diversos prognósticos para a economia de diversos países do globo – inclusive a brasileira.

Segundo tal estudo, os habitantes de países tem motivos para comemorar. A soma dos PIBs das sete grandes economias emergentes (conhecida como E7: Brasil, China, Índia, Rússia, Indonésia, Turquia e México) superará a do G7 (EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Canadá) ainda antes de 2020.

A China deverá continuar crescendo muito mais rapidamente que os EUA, e com isso seu PIB em paridade de poder de compra ultrapassaria o da superpotência ocidental até 2017. Em termos cambiais, isso aconteceria em 2027. Isso não quer dizer que a qualidade de vida dos orientais ultrapassará a do Tio Sam: com uma população de 1,3 bilhão de pessoas, o PIB per capita chinês continuará muito inferior ao americano – apesar da diferença cair continuamente.

O Brasil deve ultrapassar a Alemanha até 2030, tornando-se o sexto país mais rico do mundo (em paridade de poder de compra). Em 2050, o Brasil teria o quarto maior PIB do planeta, após ultrapassar Rússia e Japão, ficando atrás apenas de Índia, EUA e China. Na expectativa da consultoria, a economia brasileira deve crescer em média aproximadamente 4% ao ano até lá – estimativa bastante otimista, se observarmos o crescimento pífio de 2012 (provavelmente perto de 1%) e a infraestrutura débil de nosso país.

Naquele ano, o PIB chinês deverá ser quase 50% superior ao americano – enquanto o indiano se aproximará rapidamente dos Estados Unidos, ameaçando ferozmente sua segunda posição na economia global.

Ainda que tendo a maior parte de seu território (e suas riquezas naturais) na Ásia, a Rússia deve se tornar o país mais rico da Europa – ultrapassando a Alemanha – até 2020. México, Nigéria e Indonésia são outros países que podem surpreender e ingressar o top 10 até o meio do século.

O estudo pode ser acessado na íntegra através deste link. Você acha que essas previsões são realistas?

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Os brasileiros nunca gastaram tanto no exterior. E você, tem viagem agendada?

Os brasileiros nunca viajaram tanto, dentro e fora do Brasil.

E gastam bem. Segundo o departamento de comércio dos EUA, o brasileiro é o terceiro que mais gasta quando está nas terras do Tio Sam, apenas atrás de britânicos e japoneses. Desde 2003, nossos dispêndios por lá cresceram surpreendentes 250%.

E todos esses gastos fizeram com que 2012 tenha sido o ano em que o déficit na conta de viagens internacionais tenha batido recorde em 2012: US$15,6 bilhões. Enquanto nossos gastos no exterior foram de US$22,2 bi, estrangeiros visitando o Brasil gastaram US$ 6,6 bi. Da Folha:

Para 2013, a autoridade monetária brasileira espera uma saída ainda maior de dólares por esse canal (US$ 16,3 bilhões).

“O que contribuiu para esse recorde [de gastos de brasileiros lá fora] foi o crescimento da renda, da massa salarial real, que vem crescendo em média 6%. Isso motiva, naturalmente, as despesas com viagens”, disse o chefe do departamento econômico do BC, Tulio Maciel.

Em dezembro, houve aumento de 12% nos gastos dos brasileiros e redução de 11,4% nas despesas de turistas na comparação com dezembro de 2011, o que resultou em um saldo negativo de US$ 1,4 bilhão no mês.

O Banco Central informou que a participação do uso do cartão de crédito para pagar as despesas no exterior diminuiu de 60% para 55% entre 2011 e 2012.

A justificativa para a redução está na cobrança do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras). Segundo o BC, a taxa –atualmente em 6,38%– incentiva o pagamento das compras no exterior dinheiro.

Desde 2011, o governo elevou de 2,38% para 6,38% a incidência do imposto para as compras feitas com cartão para frear o consumo de brasileiros no exterior –em 2010, o gasto também havia batido recorde, com US$ 16,4 bilhões.

Seguindo essa tendência, viajarei na próxima semana para defender minha dissertação de mestrado (torçam por mim!) e só volto depois do carnaval. Mas o Economistinha não vai ficar abandonado: já preparei alguns posts e o Johnatan vai me dar uma mão. Fiquem atentos!

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Black Friday proporciona descontos de até 75% em lojas no Brasil!

E é dada a largada para as compras de natal!

A mania é americana, mas há três anos ela vem se espalhando pelo Brasil. Em 2010, foram 60 lojas brasileiras. Neste ano, passam de 300.

Produto personalizado é vendido por quase metade do preço. E aí: vai comprar?

O Busca Desconto reúne as centenas de lojas que darão descontos estratosféricos no dia de hoje, e em seu site é possível ver a lista completa de estabelecimentos participantes.

Da Folha:

“Enquanto, em 2011, 60 varejistas participaram da ‘Black Friday’, agora serão mais de 300.”

Otimistas, os organizadores esperam que o evento gere R$ 135 milhões em vendas, montante 35% maior que o registrado no ano passado.

Para Roque Pellizzaro Junior, presidente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), contudo, esse crescimento é limitado, uma vez que o Brasil não tem condições de sediar a”Black Friday” nas lojas físicas, como ocorre nos EUA.

“Não temos lojas com ramificação em todos os Estados do país para suportar um evento dessa magnitude.”

Apesar da limitações, Eugênio acredita que a crise financeira vai trazer vantagens tanto para os consumidores, como para os lojistas, já que o evento será usado para desencalhar o estoque de produtos não vendidos no ano.

O ideal é tomar cuidado para não comprometer suas finanças neste final de mês.

Mas dicas: Faça algumas contas de quanto você pode gastar e, se pretende parcelar, não comprometa uma parcela muito grande da sua renda. Você nunca sabe quando pode surgir um imprevisto!

E você, pretende aproveitar a Black Friday? O que pretende comprar?

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Etanol: o combustível do futuro

Carros movidos a energia solar, elétrica ou a hidrogênio? Esqueça.

O futuro dos automóveis é o ETANOL. Isso mesmo, o velho conhecido Álcool dos brasileiros, que já está conosco desde a década de 70. Mas repaginado e multifacetado.

O Brasil produz etanol a partir de cana de açúcar, uma das matérias-primas mais eficientes disponíveis atualmente no mercado. Nos EUA, maior produtor do biocombustível atualmente, a fonte usada para a produção é o milho; na Europa, utiliza-se principalmente a beterraba. O futuro reserva grandes desafios para o crescimento da produção do etanol. Uma das soluções que começará a ganhar potencial mercadológico é o etanol de segunda geração.

O Etanol de segunda geração é um biocombustível que pode ser produzido a partir de uma infinidade de formas de biomassa, desde capim até restos de alimentos. Biomassa é qualquer fonte de carbono que possa ser rapidamente recolocado no ciclo do carbono. Enquanto o etanol de primeira geração é produzido pela fermentação de plantas ricas em açúcares, tomando espaço de safras alimentícias, o etanol de biomassa poderia ser produzido a partir de muitas outras fontes com o uso de enzimas, acabando com o debate combustível vs. alimentação e aumentando o potencial de crescimento deste combustível.

A medida que os processos de produção de etanol de segunda geração ficarem mais baratos, a produção deste biocombustível tende a disparar: ao contrário da limitação regional na produção de cana-de-açúcar ou de milho, o potencial de produção da matéria-prima do novo tipo de etanol é praticamente infinito.

Isto reduziria os temores dos principais mercados consumidores de combustíveis fósseis. Lideranças da Europa, por exemplo, são reticentes em substituir a dependência em relação a OPEP por outra, em relação a Brasil e EUA (onde mais de 90% do etanol é produzido atualmente).

Fora que o Etanol permite uma transição gradual dos combustíveis fósseis para os biocombustíveis, através das misturas (já utilizadas no Brasil, EUA e Europa), além de ser pouco poluente, altamente eficiente e com tecnologia já pronta e em circulação (a maior parte dos carros vendidos no Brasil atualmente é bicombustível).

E você, acha que o Etanol vai dominar o mundo?

 

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