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São Paulo é a 7a cidade onde é mais caro se alugar um escritório, à frente de Nova York

Segundo a The Economist, São Paulo é a sétima cidade onde é mais caro se alugar um escritório, em uma lista com as cidades mais importantes do planeta. Há um ano, a maior cidade do Brasil ocupava a oitava posição neste ranking.

Em 2011, o metro quadrado médio de um escritório em São Paulo custava aproximadamente US$ 600, e hoje passa de US$ 800. Por outro lado, o ritmo de crescimento dos preços diminuiu em relação ao ano anterior.

A taxa de desocupação subiu: se há um ano apenas 6% dos imóveis deste tipo estavam vazios, hoje são 11,9%.

A cidade mais cara do mundo é Londres, que ultrapassou Hong Kong – agora na segunda posição. Enquanto os preços dos imóveis na cidade chinesa caíram quase 12%, na capital britânica eles se mantiveram praticamente constantes em US$ 1.700 o metro quadrado.

O grande destaque da lista foi Pequim, onde o aluguel médio disparou 45%, levando a cidade à sexta posição. Por outro lado, quatro cidades da Zona do Euro amargaram desvalorização média de 11%. Ainda assim, Paris é a 4a cidade da lista, logo atrás de Moscou.

Veja abaixo a lista completa:

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Sabe qual a melhor cidade do mundo? Você vai se surpreender…

Surpresa!

Segundo a mais recente pesquisa da divisão de estatísticas da The Economist, a EIU, – Economist Intelligence Unit – em conjunto com o Buzzdata, o melhor lugar do mundo é… HONG KONG!

Isso mesmo, galera. Segundo o novo índice do EIU, que comparou as 70 maiores cidades do planeta, a cidade chinesa conquistou o topo do pódio, completado por Amsterdã e Osaka. São Paulo ficou com a 36a colocação, enquanto o Rio de Janeiro figurou na 42a posição.

Completam a lista das dez melhores cidades: Paris, Sidney, Estocolmo, Berlim, Toronto, Munique e Tóquio.

Para chegar ao resultado, somou-se aos 30 indicadores do índice de melhores cidades para se viver, subdivididos em cinco grandes áreas, uma sexta área, com sete indicadores. Com isto, 75% do resultado final se deve aos já conhecidos Estabilidade, Acesso à Saúde,  Cultura e Ambiente, Educação e Infraestrutura. Para os outros 25%, representando “características espaciais”, foram levados em conta:

– Isolamento

– Espaço Verde

– Poluição

– Conectividade

– Expansão (cidades compactas – mais verticais, no caso – seriam melhores)

– Bens naturais

– Bens culturais

Vocês podem acessar o documento com a metodologia e os resultados através desse link. Esta pesquisa tem um problema SÉRIO: ela não pode ser comparada ao indicador de qualidade de vida já reconhecido internacionalmente, que compara 140 grandes cidades. Isto porque a população mínima das cidades escolhidas excluiu as líderes da pesquisa anterior, como Viena, por exemplo.

Sinceramente, não gostei desse indicador. Enquanto ele não incluir mais cidades, será impossível avaliá-lo plenamente. Outro problema que encontrei foi considerar verticalidade ou proximidade do mar ou de rios – sem observar se estes estão poluídos ou não – como aspectos positivos. E você, o que achou?

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