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Volta ao mundo em 80 segundos

Você gosta de viajar? Conhecer novos lugares, explorar?

Então vai amar o vídeo abaixo. A Shutterstock, repositório de imagens e vídeos, criou essa linda montagem para celebrar 2 milhões de vídeos em seu sistema. Fantástico, não?

 

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5 opções de hospedagem para sua próxima viagem

Quando você sai de férias, há várias coisas para levar em conta: Quanto você quer/pode gastar? Que tipo de experiência você busca? Viajar sozinho, em casal ou com amigos? Além, é claro, do destino.

Tendo isto definido, há diversas opções de hospedagem. Se você não vai ficar na casa de amigos ou familiares, confira a lista abaixo e se inspire!

0) Hotel/Pousada

Esta é a opção mais comum. Mas como achar o melhor lugar para o seu gosto/estilo? Em um próximo post, vamos explorar isto mais a fundo. Hoje, a ideia é hospedagens alternativas.

1) Hostel/Albergue

Dormitório no Youth Hostel International, em Berlim

Muita gente acha que albergue [da juventude] é destinado apenas para jovens, mas quem viaja pelo mundo sabe que isso não é verdade. Pessoas de todas as idades frequentam albergues, e essa é, na minha opinião, a melhor opção se você está viajando sozinho.

VANTAGENS:

  • Preço: geralmente, os albergues são mais baratos que hoteis.
  • Amizades: se você está viajando sozinho, vai encontrar várias pessoas na mesma situação nos albergues. Em Nova Iorque, eu tive o prazer de cozinhar com pessoas de 19 nacionalidades diferentes!
  • Diversão: albergues costumam ter várias atividades de lazer para os hóspedes: noites no cinema, bar hopping, passeios, tênis de mesa, jogos variados, etc.

DESVANTAGENS:

  • Preço: Se você está viajando em grupo (especialmente duas ou três pessoas), o albergue pode ser mais caro que hotéis budget. Isto acontece porque eles cobram por pessoa. Além disto, preste atenção para extras: alguns albergues cobram aluguel de toalhas e lençóis, por exemplo.
  • Privacidade: em um albergue, você provavelmente terá muito menos privacidade que em um hotel. Se o objetivo é uma viagem romântica, essa provavelmente não é a melhor opção. Além disto, em muitos casos os banheiros são coletivos.
  • Desprendimento: Se você gosta de espalhar seus itens de higiene e beleza pelo banheiro, o albergue não é para você. A ideia aqui é compartilhar.

ATENÇÃO:

  • Segurança: você provavelmente compartilhará o quarto com outras pessoas. Você não os conhece, portanto toda atenção é fundamental para não ter nenhum inconveniente. Confira se o albergue possui lockers, armários com cadeado onde você pode trancar seus pertences de maior valor. Mantenha seus documentos e dinheiro sempre contigo, para evitar problemas.
  • Na reserva, confira o número de pessoas com quem você vai compartilhar o quarto (há opções desde 4 camas/quarto até, pasmem, 25 camas!)
  • Respeito às regras: como albergues recebem muitos hóspedes, há mais regras que em hotéis. Preste atenção para não incomodar os demais – e não ser chamado atenção. Mico!
  • Localização: Há albergues super centrais e outros em regiões mais distantes. Pesquise sobre a cidade antes de reservar! Isso vale para qualquer opção de hospedagem, é claro, mas não custa relembrar.

ONDE ENCONTRAR:

  • A rede HI – Hostelling International – é a minha favorita. Eles possuem alto padrão de qualidade e segurança. O preço geralmente é um pouco mais alto, mas vale a pena o investimento.
  • O Hostel World e o Hostel Bookers são agregadores de hostels. Eles comparam o preço e as características de diversas opções para você!

 

2) AirBNB

Hoje é possível viajar para uma cidade que você não conhece e ser recebido na casa de alguém que mora lá! O sistema é um sucesso mundo a fora, e eu uso com frequência nas minhas viagens. Continuar lendo

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Um brinde a Curitiba, 320 anos!

ÊÊÊÊÊÊÊÊÊ! Feliz aniversário, Curitiba! Nesta sexta-feira, a capital do Paraná completa 320 anos desde sua elevação à categoria de vila, em 1693, após a fundação inicial pelos bandeirantes à procura de ouro, desde 1668 por estas bandas. Mas não só de história Curitiba vive, e precisa de algumas recauchutagens se quiser sobreviver às próximas décadas.

Vamos olhar para o futuro, Curitiba?

PONTOS FORTES

1) População

Curitiba possui uma riqueza étnica sem igual. A maior cidade do Sul do Brasil foi intensamente povoada por imigrantes europeus (principalmente alemães, italianos, poloneses e ucranianos) e japoneses, mas também recebeu fortes fluxos migratórios de outras regiões do país ao longo do séc. XX, o que garante uma salada cultural bastante interessante.

O curitibano pode ser considerado extremamente frio e distante, além de um pouco egoísta, mas sem dúvida é extremamente criterioso. Diversas marcas escolhem a cidade para testar seus novos produtos e marcas por saber que, se ele cair no gosto do curitibano, dificilmente não fará sucesso no país inteiro.

Curitibano pode ser um pouco egocêntrico e até mesmo arrogante, mas tem o coração muito bom. Quando um dos seus (amigos ou familiares) estão em situação de dificuldade, ele será o primeiro a estender a mão.

Curitibano é trabalhador, esforçado, dedicado. Não é a toa que tantas empresas e indústrias dos mais diversos setores estão em Curitiba e arredores.

2) Clima

É latente: quanto mais temperado o clima, melhor para se viver. O tempo quente demais derruba a produtividade de qualquer um, e Curitiba é a capital mais fria do Brasil. Mas isso não quer dizer que seja tão gelada assim: as temperaturas médias de julho, o mês mais gelado, vão de 8 a 19°C.

Apesar da influência de massas de ar, que podem gerar friagens em pleno verão ou veranicos no inverno, Curitiba é a capital que tem algo mais próximo de quatro estações do ano. Nesta semana, aliás, tivemos típicos dias de outono, frios pela manhã e quentes ao meio-dia.

3) Qualidade de vida

A feira do largo da ordem, já tradicional, é um evento dominical extremamente democrático

Curitiba é uma das cidades menos desiguais do Brasil. Isso se traduz em maior qualidade de vida, com índices de violência mais baixos que a média nacional e eventos que juntam gente de todas as tribos e origens, como a feira do largo da ordem.

Curitiba também possui quase 40 parques, praças ou bosques, possibilitando espaços de lazer para todos que quiserem aproveitar o que a cidade tem de melhor.

Isso sem contar uma invejável gama de restaurantes, com comidas de todos os tipos.

PONTOS NEGATIVOS:

1) Transporte

O transporte público de Curitiba já foi exemplo a ser seguido por diversas cidades do Brasil e do exterior, mas hoje passa por uma crise histórica. A cada ano, menos usuários. Com isto, menor receita aos operadores, que não vêem saída a não ser a subida da tarifa, o que assusta novos usuários. Um ciclo vicioso extremamente perigoso.

Curitiba foi uma das primeiras cidades do mundo a implementar o sistema BRT, que cria faixas exclusivas para o transporte público. Mas isso não é suficiente.

Ônibus lotados já não são privilégio dos horários de pico. O tempo de espera também é cada vez mais longo. E a possibilidade de integração apenas nos terminais de ônibus também é controversa (há quem considere ultrapassada, visto o sistema paulistano de bilhete de integração).

Menos usuários do transporte público, mais carros nas ruas. E cada vez o trânsito de Curitiba fica mais caótico.

2) Violência

Curitiba pode estar em situação bem melhor que a de muitas outras capitais, mas a violência e a falta de contingente policial é latente. Isso gera insegurança, e diminui a qualidade de vida da população. Curitiba gostaria de ser uma “cidade com padrão europeu”, mas hoje está bem aquém disto.

3) Infraestrutura

Estudantes do Colégio Estadual do Paraná, em protesto

Novamente, Curitiba está bem à frente de outras cidades brasileiras. Mas quando comparada a boa parte do resto do mundo, Curitiba carece de infraestrutura básica para a qualidade de vida da população local. Com o montante de impostos pagos, os brasileiros deveriam ter acesso a serviços básicos gratuitamente, mas não é o que acontece.

Quem quer educação, saúde e segurança de qualidade precisa apelar para o serviço privado – e pagar duas vezes por isto.

É justo?

Critico Curitiba porque amo esta cidade, que me deu muitos de meus valores e princípios.

Curitiba me adotou ainda com um ano, e me recebeu de volta de braços abertos quando precisei reequilibrar minha vida.

Obrigado, Curitiba. E muito sucesso.

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Conheça o perfil do turista estrangeiro no Brasil

Neste interessante infográfico publicado pela revista Exame, é possível delinear o perfil do turista estrangeiro quando visita o Brasil.

Sabia que Foz do Iguaçu é o segundo destino turístico de lazer favorito, e que quem fica em casa de amigos ou parentes acaba gastando mais que quem fica em hoteis ou pousadas?

Veja abaixo:

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Os brasileiros nunca gastaram tanto no exterior. E você, tem viagem agendada?

Os brasileiros nunca viajaram tanto, dentro e fora do Brasil.

E gastam bem. Segundo o departamento de comércio dos EUA, o brasileiro é o terceiro que mais gasta quando está nas terras do Tio Sam, apenas atrás de britânicos e japoneses. Desde 2003, nossos dispêndios por lá cresceram surpreendentes 250%.

E todos esses gastos fizeram com que 2012 tenha sido o ano em que o déficit na conta de viagens internacionais tenha batido recorde em 2012: US$15,6 bilhões. Enquanto nossos gastos no exterior foram de US$22,2 bi, estrangeiros visitando o Brasil gastaram US$ 6,6 bi. Da Folha:

Para 2013, a autoridade monetária brasileira espera uma saída ainda maior de dólares por esse canal (US$ 16,3 bilhões).

“O que contribuiu para esse recorde [de gastos de brasileiros lá fora] foi o crescimento da renda, da massa salarial real, que vem crescendo em média 6%. Isso motiva, naturalmente, as despesas com viagens”, disse o chefe do departamento econômico do BC, Tulio Maciel.

Em dezembro, houve aumento de 12% nos gastos dos brasileiros e redução de 11,4% nas despesas de turistas na comparação com dezembro de 2011, o que resultou em um saldo negativo de US$ 1,4 bilhão no mês.

O Banco Central informou que a participação do uso do cartão de crédito para pagar as despesas no exterior diminuiu de 60% para 55% entre 2011 e 2012.

A justificativa para a redução está na cobrança do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras). Segundo o BC, a taxa –atualmente em 6,38%– incentiva o pagamento das compras no exterior dinheiro.

Desde 2011, o governo elevou de 2,38% para 6,38% a incidência do imposto para as compras feitas com cartão para frear o consumo de brasileiros no exterior –em 2010, o gasto também havia batido recorde, com US$ 16,4 bilhões.

Seguindo essa tendência, viajarei na próxima semana para defender minha dissertação de mestrado (torçam por mim!) e só volto depois do carnaval. Mas o Economistinha não vai ficar abandonado: já preparei alguns posts e o Johnatan vai me dar uma mão. Fiquem atentos!

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