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Sete dicas para evitar que o seu currículo vá para o lixo

Quando se está procurando um emprego, é fundamental ter um bom currículo. E isso não quer dizer apenas ter excelentes referências, experiência anterior ou diplomas. Recrutadores recebem centenas ou até milhares de respostas a cada vaga de emprego anunciada, e por isso é importante que você se sobressaia. O arquivo .pdf ou .doc que você envia precisa estar em um formato simples de ler, claro e extremamente preciso. Para isso, as dicas a seguir podem te ajudar a conseguir agendar uma reunião com o selecionador.

Da Época Negócios:

1. Mensagem genérica vai para o lixo genérico.
Eu sei que é duro gastar tempo formulando uma mensagem para cada destinatário. Se você está procurando emprego, é bem mais fácil dizer quem você é e o que sabe fazer para um monte de gente – e esperar pelas respostas dos que se interessarem. Mas esse é o jeito errado de cativar um potencial empregador.
Na maioria dos casos, o empregador espera não apenas que você queira trabalhar, mas que você queira trabalhar ali, naquela empresa. Ninguém quer contratar alguém para quem tanto faz trabalhar no grupo A, B ou C… mas é exatamente essa a mensagem que você passa quando envia um currículo genérico.
Portanto, a sua proposta de trabalho deve ser dirigida especificamente àquela empresa, ou até àquela pessoa com quem você quer trabalhar.

2. Títulos têm de vir com o texto, também.
O currículo que as pessoas costumam enviar ainda é o modelo do século XX: os títulos que elas tiveram nas empresas anteriores e as titulações de faculdade. Não é mau ter isso, ao contrário. Mas o título é só um prenúncio. O que importa é o que você fez com a sua suposta capacidade (aferida pelo título).
Portanto, além de dizer que foi gerente da operação tal e qual, é preciso dizer que projeto você liderou como gerente, que resultado alcançou, que dificuldades removeu. De preferência coisas que mostrem que o seu passado preparou você para esse trabalho que você se propõe a fazer na nova empresa.

3. Passado serve para prever o futuro.
Nunca menospreze as suas experiências anteriores. Elas são a sua vida, e ajudaram você a ser o que você é. Mas não ache que elas significam a mesma coisa para quem recebe o seu currículo. Cabe a você explicar por que aquela sua experiência pode ser útil no trabalho que você está propondo fazer.
“Eu servi na guerra do Afeganistão” não me induz a querer contratá-lo.
“Eu recebi medalha por ter servido na guerra do Afeganistão”, tampouco.
“Eu recebi medalha por ter liderado exemplarmente um grupo de 12 pessoas, treinadas por mim durante um ano para sobreviver a duríssimas condições” já é um começo de melhora.
“Minha experiência de liderança no Afeganistão, quando nossa equipe salvou a vida de uma aldeia sob ataque, me faz crer que posso dar uma contribuição ao problema de logística da sua empresa” tem muito mais chance de chamar a atenção.

4. Se você quer ser reconhecido, reconheça.
Além de dizer claramente por que você pode ser útil à empresa, diga por que você acha que a empresa pode ser útil a você. Não, não é o pagamento de salário nem benefícios. Isso é o básico. É dizer o que você admira na empresa, nas pessoas que trabalham lá, no produto ou serviço feito ali.
Não se trata de bajular. É um modo de dizer que você valoriza certas coisas e quer estar ligado a elas. Pense num namoro. Ele começa com uma troca de informações: eu sou assim, acredito que você seja assado, acho que nós teríamos uma boa química juntos. As três partes são importantes. Dizer o que você é capaz de fazer, dizer o que você admira na empresa e falar o que você espera que a união produza, ou como você pode se encaixar na empresa.

5. Sua mensagem tem de ser 3C.
Seja claro, seja conciso, seja correto.
Assuma que o gestor tem pouco tempo. Para que ele se disponha a ler sua mensagem, você tem de alguma forma chamar a atenção.
Em geral, as pessoas apelam para a piedade: preciso de um emprego. A melhor forma é comunicar que você pode resolver um problema da empresa (a sua proposta).
Além de claro, seu texto deve ser curto. Você não precisa contar todas as coisas interessantes que fez na vida – apenas aquelas que sustentem a sua capacidade de realizar aquela proposta. É melhor deixar o seu alvo com vontade de saber mais do que enfadado com a quantidade de informações que você deu.
Cuide também da correção. Nada de exageros, nada de assumir responsabilidade individualidade por projetos que eram de grupo. Quando descoberta, a falsidade conta muitos pontos negativos.
E, finalmente, cuide da linguagem. Erros de português fazem desconfiar da sua proficiência não só na língua, mas até na sua especialidade. Não é só isso: redundâncias (a prática de dar a mesma informação várias vezes) e rodeios (a prática de falar muito e dizer pouco) acendem a desconfiança de que você enrola mais do que produz. Eis outro motivo para manter seu texto curto: recado mais direto, menos chance de errar.

6. Quando possível, prove.
Seja específico nas suas realizações, e sempre que possível indique como a pessoa pode checar a sua contribuição. Isso dá credibilidade ao seu currículo.

7. Sua meta não é um trabalho.
O objetivo da sua mensagem não é conseguir um emprego ou um trabalho. Ninguém fecha um contrato com base numa mensagem.
Seu objetivo é conseguir estabelecer uma comunicação. De preferência, avançar para um contato pessoal.
Por isso, faça uma mensagem curta – mas que abra um canal.
Até mesmo um retorno negativo pode ser útil, se ele vier com uma crítica sobre a sua proposta. Essa resposta pode ajudar você a melhorar a sua próxima “venda”.

Portanto, aprenda:

– não mande emails genéricos. De preferência, adapte seu currículo (ou a carta de apresentação) para cada empresa, de acordo com suas aptidões e possibilidades.

– seja claro.

– foque no objetivo imediato: conseguir uma reunião. A partir de lá, você poderá mostrar todas as qualidades necessárias para uma vaga.

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Quatro dicas para conseguir um emprego através do LinkedIn

Não importa se você está desempregado, sub-empregado ou simplesmente olhando em volta. Se você já tentou achar um novo emprego pela internet, sabe das imensas dificuldades que essa tarefa (aparentemente simples) pode ter.

Para ajudar nesta tarefa, o Linked In parece ser a grande solução. A rede social profissional reúne todos os seus contatos e possibilita a divulgação online do seu currículo para todos que quiserem ver. Da mesma forma, empresas podem divulgar vagas e, com apenas um clique, você se candidata. Simples, não? Pode não ser. Desvendar a melhor forma de utilizar essa ferramenta é fundamental para seu sucesso na busca por um novo trabalho. Para isso, o Mashable conversou com especialistas, que resumiram em quatro dicas como melhor usar o Linked In. Preparados?

1) Crie um título repleto de palavras-chave

Se você é um exímio escritor, diga isso já no título. Da mesma forma, se você está procurando uma vaga em TI, isso deve estar claro já no título do seu perfil. É a informação mais básica, e que pode te destacar em uma busca no site por potenciais empregadores. Mas cuidado! Termos específicos demais podem te tirar das buscas.

2) Faça parte dos grupos de ex-alunos das instituições que frequentou

Talvez você ache um saco. Ou tenha desafetos, ex-namorados, etc que não queira reencontrar. Mas seus melhores contatos na sua área são as pessoas que têm coisas em comum com você. Por isso, fazer parte destes grupos é fundamental. E não esqueça de participar (ainda que de maneira comedida).

3) Nunca mande convites de amizade sem editar

Esse é o primeiro passo para 1- não ser aceito; 2- se queimar. Mesmo que você ainda não conheça a pessoa e esteja solicitando a amizade por interesses específicos, como informações a respeito de determinada vaga, seja claro.

4) Faça “agrados” para seus contatos

Pode parecer besteira, mas uma boa forma (e simples) de manter uma boa imagem com seus contatos é agradá-los. Cartões de feliz natal ou congratulações pelo aniversário ou por uma nova posição profissional são uma ótima saída. Eles podem até se sentir motivados a fazer o mesmo por você.

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Cinco dicas para causar uma boa impressão em um entrevista de emprego

Não adianta, por mais que participemos de dezenas de entrevistas de emprego, às vezes na hora H ficamos um pouco nervosos, ansiosos, agimos de forma imprevista, etc. Não tem problema, o entrevistador sabe disso e não vai te julgar só por aquele momento. É normal, acredite.

No entanto, é possível tomar algumas medidas que te ajudem a causar uma boa impressão com o entrevistador. Separei cinco dicas que eu acredito serem essenciais para isso. Vamos a elas?

1) Prepare-se antecipadamente.

Se você se prepara antes da entrevista, você naturalmente ficará mais confiante, ainda que possa até elevar a ansiedade.

Conhecer mais a respeito da empresa, da vaga, informar-se sobre possíveis melhorias a fazer em seu currículo para suprir necessidades específicas do cargo ou função são iniciativas louváveis, e que podem te ajudar na hora da entrevista.

Lembre-se que o entrevistador já investigou um pouco a seu respeito antes de falar com você. No mínimo, olhou o seu currículo. Faça o mesmo e mostre que você está interessado na posição que a empresa está oferecendo.

2) “Conhece-te a ti mesmo”.

Este aforismo antigo, vinculado à filosofia de Sócrates, pode ser fundamental para o sucesso ou não da sua entrevista.

Conhecer suas principais qualidades e expô-las de maneira correta em uma entrevista pode te ajudar muito. Demonstrar ou explicar como estas características podem ser úteis na função à qual você está concorrendo pode despertar o interesse do entrevistador, da mesma forma que admitir falhas e mostrar como elas podem ser compensadas ou ter importância reduzida naquele trabalho também contará pontos a seu favor!

Além disto, não adianta se candidatar a vagas com um perfil diferente do seu. Se você está buscando redefinir sua carreira, deixe isso bem claro, ou pode parecer que você está perdido. Demonstre porque você fez suas escolhas e seja claro. Saber o que se quer e porque se quer é fundamental para o seu sucesso.

E quando vierem as perguntas clássicas de entrevistas, como “quais são suas maiores qualidades e defeitos?” ou “Onde você se vê em cinco anos?”

3) …evite clichês.

Pode ser irresistível dar uma resposta clássica a qualquer uma dessas perguntas, como:

Qualidade: pró-ativo, comunicativo, “multi-task”, etc.

Defeito: perfeccionista, ansioso, etc.

Estas respostas, assim como tantas outras, são repetidas exaustivamente em entrevistas de emprego. Pense que antes de você, vinte pessoas já falaram exatamente a mesma coisa para o entrevistador. Entediante, desanimador, desnecessário. Se você ficar nos clichês, vai ser limado rapidinho…

4) Seja sincero SEMPRE.

Sinceridade é fundamental em uma entrevista de emprego, desde a confecção de seu currículo até a hora da contratação.

Há características que podem não ser muito positivas, mas se você for sincero a respeito delas terá muito mais chances de sucesso. A mentira inevitavelmente será revelada, e ficará MUITO FEIO para você. Se você inventou qualidades que não tinha, irão se decepcionar com o seu trabalho. Se mentiu a respeito de cursos ou capacitações, pior ainda: você pode até ser indiciado criminalmente, e a chance de conseguir boas referências em uma nova busca por emprego se reduzem drasticamente.

Se você tem uma viagem já marcada para um futuro próximo, avise antes de assinar o contrato. Fica mais fácil negociar prazos e datas, e ninguém se sentirá traído.

Se você é mulher e deseja ter filhos, seja clara quando perguntada. Se não lhe perguntarem nada, bem… aí você não precisa gritar antes da hora, não é? Até porque uma gestação não é certa até que se concretize.

5) Surpreenda.

Se a sua entrevista estiver indo muito “normalzinha”, alguma coisa não vai bem.

Se a vaga não depender exclusivamente de competências técnicas, o que é cada vez mais raro, é pouco provável que você consiga o emprego em um mercado competitivo e feroz.

Destaque-se dos demais, mostre porque você é o candidato ideal. E isto não é ser presunçoso, apenas determinado e dedicado.

Mantenha-se atualizado, capacitado e ligado às tendências. Evite jargões. Crie.

Lembre-se sempre: o não você já tem. Mas se você conseguir se diferenciar, talvez consiga mudar o resultado final da entrevista.

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Que roupa usar em uma entrevista de emprego?

Ok. Este não é um blog de moda. E eu estou longe de ser um consultor nesta área. Mas reunindo informações de diversos sites e um pouco de bom senso, é possível definir algumas regras básicas para evitar que a sua primeira impressão seja ruim, antes mesmo de você começar a falar. Hoje daremos algumas dicas para os HOMENS. Em um próximo post, as mulheres serão contempladas. (ATUALIZAÇÃO: O post para mulheres já está disponível e pode ser acessado clicando aqui!)

Vamos a elas?

Algumas coisas são fundamentais: barba mal feita (ou mal aparada) dá uma impressão de desleixo; o mesmo vale para unhas compridas ou sujas, cabelo excessivamente desgrenhado, etc. Mas dependendo da área em que você trabalha, um pouco de estilo pode até contar a seu favor.

VAGAS FORMAIS (ex: executivos, advogados, cargos de gerência)

Aqui não tem erro. O costume (conjunto de blazer e calça social) são a melhor saída sempre. Evite cores claras e o preto: azul marinho e grafite são clássicos e profissionais. Em alguns casos, a gravata é dispensável – neste caso, abra um botão da camisa, mas não mais do que isso. Melhor cor de camisa: BRANCA. Básica, elegante, eterna. Se quiser algo um pouco diferente, não fuja dos cinzas, azuis claros, ou tons muito neutros. Para a gravata, fique no tradicional: cores berrantes são um passo arriscado, e estampas estão PROIBIDAS. Se quiser algum diferencial, fique com as riscadas na diagonal.

O tamanho do costume também deve ser coerente com o SEU tamanho. Brasileiros têm o péssimo hábito de comprar roupas maiores que o seu corpo, o que engorda e desalinha. Observe a foto abaixo: este é o tamanho ideal – ajustado, mas não justo. Cuidado com meias: elas devem acompanhar a cor das calças em TODOS os casos, e aparecerão apenas quando você sentar. As pernas não devem aparecer. Porém, calças arrastando no chão ficam horríveis. ATENÇÃO!

VAGAS CASUAIS (ex: vendedores, pesquisadores, jornalistas, designers, publicitários, etc)

Este é o caso mais difícil. Ao mesmo tempo que você não pode passar uma imagem muito formal (e quadrada), você não deve parecer largado demais. Para acertar, o ideal é ficar com uma imagem casual chic. Camisas são excelentes para isto, e aqui você pode (ou até deve) variar um pouco mais nas cores e padronagens. Camisas escuras, como azul marinho, verde petróleo, grafite podem contar a seu favor. Padrões em xadrez miúdo, também. É preciso usar o bom senso, e saber combinar com as demais peças. Em alguns casos, mais informais, é possível usar camisas com gola pólo. Investigue antes, para evitar deslizes.

A calça social pode ser usada, mas não é a melhor escolha. Calças em sarja ou até mesmo peças em jeans escuras são mais indicadas, desde que sirvam em você (de acordo com o que falamos anteriormente). Nos pés, fuja dos tênis – sapatos informais e até mocassins, no verão, podem ser usados.

Se está frio, pullovers e jaquetas escuras são a escolha mais escura.

VAGAS OPERACIONAIS (ex: trabalhadores braçais, almoxarifado, etc)

Nestes casos, a sua imagem tem que condizer com a vaga a que concorre: roupas com pouca mobilidade, ou muito delicadas, como camisas e calças sociais, podem até contar CONTRA você.

O ideal é usar peças práticas e confortáveis, e que dêem a impressão de que você pode começar a trabalhar naquele dia: calças jeans são SEMPRE a melhor pedida. Calçados confortáveis e com poucos detalhes – como sapatênis ou até tênis discretos – são indicados. Sapatos informais também são uma ótima pedida.

Para o tronco, indico uma combinação de camiseta e camisa aberta, em cores diferentes, e SEM ESTAMPAS. Camisetas pretas, brancas e cinzas são peças fundamentais no armário de qualquer homem. E se precisar começar a trabalhar naquele mesmo dia, você tira a camisa e está pronto.

A camisa pólo também pode ser uma boa solução.

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