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Demite o Mantega, Dilma!

A sugestão é da revista britânica The Economist, mas eu faço coro.

Se Dilma quer se reeleger, ela deve trocar sua equipe econômica – e logo.

Dois anos após crescer 7,5%, a economia brasileira pode amargar um crescimento próximo a 1% em 2012. Pior, os investimentos estão em um nível recorde – de baixa. Enquanto no Peru o investimento corresponde a 30% do PIB e a 27% do PIB no Chile e na Colômbia, no Brasil ele chegou a 18,7%.

A The Economist destaca que o governo tem tentado incentivar o investimento e a produção, baixando a taxa básica de juros em mais de cinco pontos percentuais (para o nível atual, de 7,25%, apenas dois pontos percentuais acima da inflação) e concedendo uma enormidade de incentivos fiscais.

Porém, a forma que isso tem sido feito apenas aumenta a incerteza no ambiente econômico brasileiro, já bastante instável e complicado. O Brasil sempre foi um país caro: custos trabalhistas, logística defasada, etc. Tudo o que eu sempre falo aqui.

Quando se cresce constantemente acima de 4,5% é difícil argumentar. Mas crescendo entre 1% e 1,5%, fica difícil se manter o status quo.

JUST two years ago, when Dilma Rousseff was elected Brazil’s president, the country’s economy was booming. It then ground to a halt and is now struggling to recover. Despite increasingly frantic official efforts at stimulation, the moribund creature grew by only 0.6% in the third quarter—half the number forecast by Guido Mantega, the finance minister. Most market analysts now expect GDP growth to be less than 1.5% this year and not much more than 3% next year. So much for the notion that the B in the BRICs is a speedy economy.

The motors of growth that powered Brazil in the past decade are sputtering. Prices of commodity exports, though still high, are no longer rising. Consumers are using more of their income to pay off the loans with which they had bought cars and televisions. Low unemployment means there are fewer idle hands to be put to work. Instead of relying on consumption, growth now has to come from higher productivity and investment. That means hacking away at the “Brazil cost”: the combination of red tape, heavy taxes, expensive credit, creaking infrastructure and an overvalued currency that makes it a punishingly expensive country to do business in.

Esses comentários fizeram barulho na imprensa brasileira hoje, repercutindo no governo.

“No dia em que a Economist nomear ministro no Brasil nós deixaremos de ser República”, disse Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Pois bem, a The Economist não nomeia ministro. Mas quando é que a imprensa brasileira especializada vai sair de cima do muro (rabo preso?) e criticar a política econômica acéfala de Guido Mantega?

Já passou da hora de Mantega cair. E se Dilma não perceber isso logo, em 2014 ela deve cair junto com ele.

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Ministério da Educação divulga ranking das escolas brasileiras com base no ENEM 2011. Confira a lista completa!

O Ministério da Educação divulgou nesta quinta-feira, 22, o ranking das instituições brasileiras de ensino médio com base no ENEM 2011. Terceiro colocado em 2010, o Colégio Objetivo Integrado (com apenas 42 alunos participantes) foi o grande campeão da edição mais recente, com uma média de 737,15 pontos. Em segundo lugar, ficou o Colégio Elite Vale do Aço, com 27 alunos participantes e média final de 718,33 pontos. Completa o pódio o Colégio Bernoulli, de Belo Horizonte, com média de 718,18 pontos entre seus 217 alunos. Na edição anterior, o colégio havia ficado com a quinta colocação.

Dos vinte primeiros colocados, figura apenas uma escola pública: o Colégio de Aplicação da UFV – Coluni, de Viçosa, MG.  Entre os 100 melhores, apenas 10 escolas são públicas.

Na região nordeste, o grande campeão foi o Colégio Ari de Sá Cavalcante, com a quinta colocação. Ano passado, o Instituto Dom Barreto, de Teresina, conquistara a segunda colocação – caindo para a sexta nesta edição. No sul, destaque para o Colégio Positivo – Sede, de Curitiba, que ficou com a 16a colocação. Nenhuma escola da região norte está entre as 100 melhores do Brasil.

Veja a seguir as dez melhores escolas, segundo o ranking:

O critério utilizado para inclusão de uma escola na lista é o mesmo do sistema “Prova Brasil”, apenas com unidades em que pelo menos 50% dos alunos matriculados e com o mínimo de dez alunos participaram do exame. Os números levam em consideração os dados do Censo Escolar.

Confira a lista completa das escolas através deste link.

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